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Copaifera

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  • erickcall
    Saludos a todos amigos mios,mi nombre es Eric Martínez Costas trabajo en Cochabamba, Bolivia en Etnobotanica. la consulta es: ¿alguien sabe donde puedo
    Mensaje 1 de 5 , 1 ago 2006
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      Saludos a todos amigos mios,mi nombre es Eric Martínez Costas trabajo
      en Cochabamba, Bolivia en Etnobotanica.
      la consulta es: ¿alguien sabe donde puedo conseguir una clave
      taxonomica para especies del genero Copaifera?
      Gracias, estaré atento.
    • Ines Ribeiro
      Did you look ( check ) in Flora Neotropica ? Inês Ribeiro , Jardim Botânico, Belo Horizonte, MG/Brasil RESINA DE ÁRVORE VIRA ANTIINFLAMATÓRIO Reinaldo
      Mensaje 2 de 5 , 1 ago 2006
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        Did you look ( check ) in Flora Neotropica ? Inês Ribeiro , Jardim Botânico, Belo Horizonte, MG/Brasil
         
        RESINA DE ÁRVORE VIRA ANTIINFLAMATÓRIO
        Reinaldo José Lopes, Folha de São Paulo de 27.07.2006
        Óleo da copaíba, árvore comum na Amazônia e no Centro-Oeste, foi fracionado e aprisionado em cápsulas microscópicas

        Testes em camundongos sugerem que produto é duas vezes mais potente que os disponíveis no mercado; uso humano ainda demora

        Milhões de anos de evolução produziram, na resina de uma árvore comum na Amazônia e no Centro-Oeste, um medicamento antiinflamatório duas vezes mais potente que alguns dos mais populares do mercado hoje. Uma equipe da USP de Ribeirão Preto está explorando esse potencial, já sugerido pela medicina popular, e desenvolveu uma maneira de administrar a parte ativa do óleo da planta como remédio.

        A árvore é a copaíba -ou melhor, o conjunto de árvores, já que se tratam de várias espécies com parentesco próximo entre si, do gênero Copaifera. "Na verdade, nós usamos o extrato comercial, que vem de mais de uma espécie", contou à Folha a farmacêutica Mônica Freiman de Souza Ramos, da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro).

        Ela acaba de concluir seu doutorado sobre o tema na Faculdade de Ciências Farmacêuticas USP de Ribeirão Preto, sob orientação de Osvaldo de Freitas. No projeto, além de comprovar o papel antiinflamatório do óleo -a medicina popular da região Norte também o usa como antisséptico e cicatrizante-, ela caracterizou quimicamente o produto e criou uma forma de administrá-lo aos camundongos que serviram de cobaia no estudo. O processo já está patenteado.

        Desmanchando no ar

        A pesquisadora conta que o óleo, já bastante estudado, é composto por duas frações bem diferentes. Uma é mais pastosa, enquanto a outra é volátil, ou seja, alguns de seus componentes podem evaporar. Problema número um: é justamente nessa fração "vaporosa" que as propriedades terapêuticas do óleo parecem estar. O principal componente dessa fração é conhecido como cariofileno, embora outras substâncias também estejam ali.

        O jeito foi aprisionar a parte que interessava do óleo em microcápsulas, com tamanho entre 10 e 15 mícrons (um mícron equivale a um milésimo de milímetro), por um processo que lembra a produção de leite em pó. "Como as cápsulas são microscópicas, a olho nu só é possível ver uma espécie de pó", explica Ramos.

        Pelo menos em camundongos, o pó surpreendeu. Os pesquisadores induziram inflamações nas patas e na pleura (a membrana que recobre os pulmões) dos bichos e depois administraram as microcápsulas com o óleo. O potencial antiinflamatório foi cerca de duas vezes mais forte do que a do diclofenaco de sódio (mais conhecido pelos nomes comerciais Voltaren e Cataflam).

        Segundo a farmacêutica, ainda é cedo para falar de efeitos colaterais, mas os dados dos roedores de Ribeirão e os obtidos por outros pesquisadores sugerem que o óleo é pouco tóxico e não causa reações adversas. A maneira como ele age também ainda precisa ser elucidada, mas há indícios de que ele interfira com o sistema de sinalização química que desencadeia a inflamação.

        Uso sustentável

        Se tudo der certo, os testes finais de um medicamento fitoterápico em humanos acontecerão daqui a cinco anos, estima Ramos. O fato pode ser uma boa notícia para o manejo sustentável da copaíba, já que a extração da resina mantém a árvore de pé (cada "colheita" pode ser feita a cada seis meses ou um ano, diz a pesquisadora).

        "É uma prova de como a gente pode explorar bem a biodiversidade brasileira", afirma. Hoje, a planta já é explorada pela indústria de cosméticos e vernizes, por exemplo.

        É bom lembrar que os resultados da pesquisa não garantem que qualquer resina de copaíba por aí terá efeito medicinal. "Há variações de árvore para árvore, e em algumas o conteúdo não-volátil pode ser muito mais abundante. É preciso tomar cuidado com isso", aconselha a farmacêutica.



         
         
         
         
         
         
         


        erickcall <erickcall@...> escreveu:
        Saludos a todos amigos mios,mi nombre es Eric Martínez Costas trabajo
        en Cochabamba, Bolivia en Etnobotanica.
        la consulta es: ¿alguien sabe donde puedo conseguir una clave
        taxonomica para especies del genero Copaifera?
        Gracias, estaré atento.




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      • plantas medicinales
        comunicate con direccion.ies@ama.cu o botanica.ies@ama.cu es el instituto de ecologia y sistematica ahi seguro podran ayudarlo saludos dr. arencibia desde cuba
        Mensaje 3 de 5 , 1 ago 2006
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          comunicate con direccion.ies@...
           
          es el instituto de ecologia y sistematica ahi seguro podran ayudarlo
          saludos
          dr. arencibia desde cuba

          erickcall <erickcall@...> escribió:
          Saludos a todos amigos mios,mi nombre es Eric Martínez Costas trabajo
          en Cochabamba, Bolivia en Etnobotanica.
          la consulta es: ¿alguien sabe donde puedo conseguir una clave
          taxonomica para especies del genero Copaifera?
          Gracias, estaré atento.




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        • Mario Blanco
          Aqui hay algunas referencias, obtenidas del Kew Bibliographic Database (http://www.kew.org/kbd/). Ahi aparecen otras que podrian serle utiles. Enrech NX de,
          Mensaje 4 de 5 , 1 ago 2006
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          • 0 Archivo adjunto
            Aqui hay algunas referencias, obtenidas del Kew Bibliographic Database
            (http://www.kew.org/kbd/).
            Ahi aparecen otras que podrian serle utiles.


            Enrech NX de, Arroyo MTK, Langenheim J. 1983. Sistematica del genero
            Copaifera L. (Leguminosae : Caesalpinioideae, Detarieae) en Venezuela.
            Acta Bot. Venezuel. 14. (2): 239-290.

            Parisca L de, Xena de Enrech N, Kalin Arroyo M. 1983 Analisis
            comparativo de semillas en las especies del genero Copaifera
            (Leguminosae: Caesalpinioideae: Detarieae) en Venezuela. Acta bot.
            venez. 14. (1): 215-36.

            Toledo Rizzini C. 1977. Leguminosae novae brasiliensis. Rodriguesia 29.
            (43): 147 - 159.

            Rizzini CT. 1971. Arvores e arbustos do cerrado. Rodriguesia 26. (38):
            63-77.



            erickcall wrote:
            > Saludos a todos amigos mios,mi nombre es Eric Martínez Costas trabajo
            > en Cochabamba, Bolivia en Etnobotanica.
            > la consulta es: ¿alguien sabe donde puedo conseguir una clave
            > taxonomica para especies del genero Copaifera?
            > Gracias, estaré atento.
            >
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            >
            > No virus found in this incoming message.
            > Checked by AVG Free Edition.
            > Version: 7.1.394 / Virus Database: 268.10.5/405 - Release Date: 8/1/2006
            >
          • Eric Martinez
            Muchisimas gracias, la informacion me sera muy util, atentamente, Eric Mario Blanco escribió: Aqui hay algunas referencias, obtenidas
            Mensaje 5 de 5 , 1 ago 2006
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              Muchisimas gracias, la informacion me sera muy util,
              atentamente,
              Eric

              Mario Blanco <mblanco@...> escribió:
              Aqui hay algunas referencias, obtenidas del Kew Bibliographic Database
              (http://www.kew.org/kbd/).
              Ahi aparecen otras que podrian serle utiles.


              Enrech NX de, Arroyo MTK, Langenheim J. 1983. Sistematica del genero
              Copaifera L. (Leguminosae : Caesalpinioideae, Detarieae) en Venezuela.
              Acta Bot. Venezuel. 14. (2): 239-290.

              Parisca L de, Xena de Enrech N, Kalin Arroyo M. 1983 Analisis
              comparativo de semillas en las especies del genero Copaifera
              (Leguminosae: Caesalpinioideae: Detarieae) en Venezuela. Acta bot.
              venez. 14. (1): 215-36.

              Toledo Rizzini C. 1977. Leguminosae novae brasiliensis. Rodriguesia 29.
              (43): 147 - 159.

              Rizzini CT. 1971. Arvores e arbustos do cerrado. Rodriguesia 26. (38):
              63-77.



              erickcall wrote:
              > Saludos a todos amigos mios,mi nombre es Eric Martínez Costas trabajo
              > en Cochabamba, Bolivia en Etnobotanica.
              > la consulta es: ¿alguien sabe donde puedo conseguir una clave
              > taxonomica para especies del genero Copaifera?
              > Gracias, estaré atento.
              >
              >
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              > Version: 7.1.394 / Virus Database: 268.10.5/405 - Release Date: 8/1/2006
              >  



              Eric Martínez Costas
              Centro de Biodiversidad y Genética
              Universidad Mayor de San Simón
              e-mail:
              erickcall@...
              erickcall@...
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