Você diz que não tem dinheiro para socorrer aos necessitados, mas dispõe de tempo para auxiliar de algum modo.
Você afirma que não retém bastante saúde para alentar essa ou aquela tarefa no bem dos outros, mas dispõe de tempo que lhe faculta ofertar migalha de gentileza no amparo aos semelhantes.
Não interrompa os seus passos, no serviço do bem, porque justamente na execução dos seus próprios encargos é que os Mensageiros de Deus encontrarão os meios de trazerem a você o socorro preciso.
Iluminemos o coração, com a lâmpada acesa do amor, cada vez que a nossa palavra se dirija aos irmãos desencarnados, ainda presos à turvação de consciência.
Lembremo-nos de que nos achamos, à frente de enfermos, requisitando-nos compreensão e carinho.
Quem se atreveria, em nome da bondade, a cercar um náufrago desditoso com o manto opressivo da curiosidade descaridosa, ao invés de oferecer-lhe pronto socorro? Não lhe bastaria o tormento da inquietação nas ondas escuras da morte?
Quem se dispõe ao amparo dos espíritos amargurados, em desânimo e desespero, precisará erguer a própria alma à sublimidade do amor mais puro, a fim de socorrer com proveito.
Muitas vezes, as objurgatórias e reprimendas dos grandes juízes não conseguem, junto dos irmãos transviados, um centímetro de renovação edificante, suscetível de ser alcançada pelo estímulo carinhoso de uma simples frase paternal.
Todos possuímos desafetos do passado.
A Terra ainda não é residência das almas quitadas com a Lei.
Todos somos devedores ou doentes em reajuste.
Por isso mesmo, em nos comunicando com os adversários ou companheiros do pretérito ou do presente, mergulhemos a alma na fonte cristalina da boa vontade com Jesus, para que as nossas palavras não soem debalde.
Só o amor atravessa as paredes compactas do cárcere em que a ignorância se aguilhoa à penúria de espírito, conduzindo aos antros sombrios de nossos débitos a santificante claridade da libertação.
Diversos aprendizes rodeavam o Senhor, em Cafarnaum, em discussão acesa, com respeito ao poder da palavra, acentuando-lhe os bens e os males.
Propunham alguns o verbo contundente para a regeneração do mundo, enquanto outros preconizavam a frase branda e compreensiva.
Reparando o tom de azedia nos companheiros irritadiços, o Mestre interferiu e contou uma parábola simples.
- Certa feita - narrou, com doçura - , o Gênio do Bem, atendendo à prece de um lavrador de vida singela, emitiu um raio de luz e insuflou-o sobre o coração dele, em forma de pequenina observação carinhosa e estimulante, através de uma boca otimista. No peito do modesto homem do campo, a fagulha acentuou-se, inflamando-lhe os sentimentos mais elevados numa chama sublime de ideal do bem, derramando-se para todas as pessoas que povoavam a paisagem.
Em breve tempo, o raio minúsculo era uma fonte de claridade a criar serviço edificante em todos os círculos do sítio abençoado; sob a sua atuação permanente, os trigais cresceram com promessas mais amplas e a vinha robusta anunciava abundância e alegria.
Converteu-se o raio de luz em esperança e felicidade na alma dos lavradores e a seara bem provida avançou, triunfal, do campo venturoso para todas as regiões que o cercavam, à maneira de mensagem sublime de paz e fartura.
Muita gente acorreu àquele recanto risonho e calmo, tentando aprender a ciência da produção fácil e primorosa e conduziu para as zonas mais distantes os processos pacíficos de esforço e colaboração, que o lume da boa-vontade ali instalara no ânimo geral.
Ao fim de alguns poucos anos, o raio de luz transformara-se numa época de colheitas sadias para a tranqüilidade popular.
O Mestre fez ligeiro intervalo e continuou:
- Veio, porém, um dia em que o povo afortunado, orgulhando-se agora do poderio obtido com o auxílio oculto, se esqueceu da gratidão que devia à magnanimidade celeste e pretendeu humilhar uma nação vizinha. Isso bastou para que a grande brecha se abrisse à influência do Gênio Mal, que emitiu um estilete de treva sobre o coração de uma pobre mulher do povo, por intermédio de uma boca maldizente.
A infortunada criatura não mais sentiu a claridade interior da harmonia e deixou que o traço de sombra se multiplicasse indefinidamente em seu íntimo de mãe enceguecida... Logo após, despejou a sua provisão de trevas, já transbordante, na alma de dois filhos que trabalhavam num extenso vinhedo e ambos, envenenados por pensamentos escuros de revolta, facilmente encontraram companheiros dispostos a absorver-lhes os espinhos invisíveis de disciplina e maldade, incendiando vasta propriedade e empobrecendo vários senhores de rebanhos e terras, dantes prósperos.
A perversa iniciativa encontrou vários imitadores e, em tempo curto, estabeleceram-se estéreis conflitos em todo o reino.
Administradores e servos confiaram-se, desvairados, a duelo mortal, trazendo o domínio da miséria que passou a imperar, detestada e cruel para todos.
O Divino Amigo silenciou por minutos longos e acrescentou:
- Nesta parábola humilde, temos o símbolo da palavra preciosa e da palavra infeliz. Uma frase de incentivo e bondade é um raio de luz, suscetível de erguer uma nação inteira, mas uma sentença perturbadora pode transportar todo um povo à ruína...
Pensou, pensou e concluiu:
- Estejamos certos de que se a luz devora as distâncias, iluminando tudo o que se lhe oferece à paisagem, a treva rola também, enegrecendo o que vai encontrando. Em verdade, a ação é dos braços, mas a direção vem sempre do pensamento, através da língua. E sendo todo homem filho de Deus e herdeiro dEle, na criação e na extensão da vida, ouça quem tiver "ouvidos de ouvir".
From: lakartilla@... To: hargo821@...; yoclaudio58@... Subject: FW: [La Pipa de Magritte] PADRE NUESTROS PROFANOS / Hernando Ardila Date: Tue, 2 Sep 2008 09:36:43 -0500
From: reycodi@... To: lakartilla@... Subject: [La Pipa de Magritte] PADRE NUESTROS PROFANOS / Hernando Ardila Date: Wed, 27 Aug 2008 22:22:13 -0500
Date: Mon, 25 Aug 2008 11:21:58 -0700 From: julcecod@... Subject: Rv: [La Pipa de Magritte] PADRE NUESTROS PROFANOS / Hernando Ardila To: yoclauidio58@...
Julio César Correa
Blog 'La Pipa de Magritte'
http://lapipademagritte.blogspot.com
----- Mensaje reenviado ---- De: Julio César Correa <julcecod@...> Para: julcecod@... Enviado: lunes, 25 de agosto, 2008 13:13:47 Asunto: [La Pipa de Magritte] PADRE NUESTROS PROFANOS / Hernando Ardila
Por Claudio Anaya
El poeta santandereano Hernando Ardila, nos presenta un libro de poemas de profunda vocación social, en donde, apoyándose en referentes históricos y culturales como la Biblia , la historia, la constitución y otras coordenadas de la cultura universal, explora con sentido crítico al actual sistema económico y social. Juega o experimenta de manera desenfadada con esos conceptos, para finalmente sorprender, al contarnos que la anécdota ha terminado con lo que creíamos que iniciaba, como al final de su poema Génesis:
“ Al final,
el oro hizo al hombre y al hambre
homo hominis lupus…
y a Dios, a su imagen y semejanza”.
Se percibe también en algunos poemas de Hernando Ardila,un regusto por el humor. Poemas como Zoom politicom:
(Dios los crea… ellos un día se juntarán)
El hombre es un ser social por naturaleza: Aristóteles.
Y le dijo el padre:
“tráeme un hombresolo”
…
el hijo regresó
trayéndole…
una muchedumbre.
poemas que aparentemente son un juego con el absurdo y lo sorpresivo, no se quedan en el humor ni en el juego de los contrasentidos y la experimentación, al empalmar dos situaciones o factores que nada tienen que ver, para de ahí sorprender al lector con la nueva significación o escena que surja de este encuentro.
Hágase… páguese
(Midas se aprovechó de todo cuanto dijo el señor)
Dios dijo:
“hágase la luz”
¡ella alumbró para todos por igual!
Luego,
Edison la atrapó patentándola suya
Phillips, en oro la convirtió
nuevo Dios…
Faber dijo:
“brille para todos la luz perpetua”
La multitud en silencio coreo:
Que Dios nos saque de penas
la luz
no se puede ir a pagar.
No solamente eso. Este libro tiene implícita una actitud que para no llamar de esperanza, menciono como de persistencia y avance, tal vez de confianza en ese mundo que él quiere refundar con su nueva narración del mundo y la cultura.
El poema Tanto y nada es un descarnado diagnóstico desde la realidad de las calles de las ciudades colombianas, donde la brutal presencia de las condiciones actuales, descalifica cualquier argumentación apoyada en la propaganda política y hasta en lo jurídico.
Otro rasgo es el tono de marcada tendencia épica, con el cual canta y cuenta sobre las diferentes culturas latinoamericanas, hermanándolas al mencionar sus rasgos y diferencias, uniéndolas al visualizar para ellas un destino común, derivado de las actuales condiciones políticas. Y es así como Hernando Ardila retoma la vieja bandera de un debate ya olvidado: el papel del intelectual y el artista, en la transformación y liberación de la sociedad.
Debate que tuvo vigencia de los años sesenta a mediados de los ochenta, aproximadamente, y que de ahí hacia acá prácticamente nadie ha dicho ni pío al respecto. Y el intelectual que era visto con desconfianza por el poder, prácticamente desapareció de los escenarios públicos (con algunas excepciones gracias a los dioses y los mortales) y fueron reemplazados por una granizada de artistas lacayos, burocratizados por una ley de cultura que acabó por pauperizarlos en muchos aspectos.
Hernando Ardila entiende la creación artística y la poesía, como un importante ámbito a través del cual se posibilita la creación de conciencia en los individuos y de ahí la transformación de la sociedad y del mundo. Es una vieja utopía que renace, precisamente ahora, cuando más turbias y oscuras son las condiciones políticas, sociales y culturales en Colombia; situación agravada por la ignorancia y el desparpajo con los cuales la gran mayoría de los compatriotas mira y deja hacer, marginándose del debate y pensando que la obediencia, la resignación o el mimetismo con el régimen, contribuyen a depurar nuestra democracia.
Traición
Mateo 10 -14, contextualizado por Nando 8 - 21
No…
Jodas,
¿por un peso entregas
al hijo del hambre?
Claudio Anaya
Escritor, tallerista y dibujante santandereano
-- Publicado por Julio César Correa para La Pipa de Magritte el 8/25/2008 01:09:00 PM
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---------- Forwarded message ---------- From: Issy <isacorrea@...> Date: 30-ago-2008 22:20 Subject: INCIVILIZADOS. ¿ESTO ES PRIMER MUNDO???, BUENO ASI PREFIERO SER DE DECIMO MUNDO... ¡POR FAVORRRRRRRRRRRRR DIFUNDIRRRRRRRRRRRRRR!!! GRACIAS To: Undisclosed-Recipient
Esto sucede en dinamarca
This happens in Denmark.
DINAMARCA: UNA VERGUENZA, HAY QUE DIFUNDIRLO. NO HAY PEOR BESTIA EN ESTE PLANETA QUE EL PROPIO SER HUMANO!!!!
DENAMRK: WHAT A SHAME, A SAD SHAME. THIS MAIL HAS TO BE SEEN. THERE IS NO WORST BEAST THAN HUMAN KIND ITSELF!!!!
AUNQUE PAREZCA MENTIRA AÚN HOY EN DÍA SE SIGUE REALIZANDO CADA AÑO ESTA BRUTAL, DANTESCA, SANGRIENTA MASACRE EN LAS ISLAS FEROE, QUE PERTENECEN A DINAMARCA. UN PAÍS SUPUESTAMENTE 'CIVILIZADO' Y QUE PERTENECE A LA UNIÓN EUROPEA. PARA MUCHOS ES DESCONOCIDO ESTE ATENTADO A LA VIDA, A LA SENSIBILIDAD, A TODO. EN ESTA MASACRE SANGUINARIA PARTICIPAN LOS MOZOS PARA 'DEMOSTRAR' QUE ENTRAN EN LA EDAD ADULTA (¡!) ES ABSOLUTAMENTE INCREÍBLE QUE NO SE HAGA NADA PARA EVITAR ESTA BARBARIE QUE SE COMETE CONTRA LOS CALDERONES, UN DELFÍN INTELIGENTÍSIMO QUE TIENE LA PARTICULARIDAD DE ACERCARSE A LAS PERSONAS POR PURA CURIOSIDAD. DIFUNDELO POR TODAS PARTES, POR FAVOR
While it may seem liar even today continues to be made this time of year BRUTAL, Dantesque, bloody slaughter in the Faroe Islands, which belong to Denmark. A country supposedly 'civilization' AND EUROPEAN UNION country. For many people this attack to life is unknown , to sensitivity. IN THIS bloody slaughter to attend Moz to 'show' entering adulthood (!) Is absolutely incredible that no one does A SHIT to prevent this barbarism that are committed against Calderon, an intelligent dolphin who has the particularity of approaching People out of sheer curiosity. fwd this everywhere, PLEASE.
Luis Arias Manzo, chileno, en 1973 tenía 17 años. Debió salir al exterior en marzo de 1975 y solo volvió al país en febrero de 1991. Sus últimos 12 años como exiliado los vivió en Francia. De regreso a Chile, instaló en Santiago Centro la Librería Apostrophes, cerca de la Plaza Mulato Gil, especializada en la difusión y venta de libros en francés.
Es autor de tres libros: 'AGUALUNA', 'MIL AÑOS DE AMOR' e 'INSTANTES'. Los dos primeros trata de dos encuentros místicos: una tarotista panameña que vino a despertar su intuición, y una médico francesa que le aseguró haber compartido con él una vida anterior.
En ellos, inclusivamente, va narrando parte de sus experiencias en tiempos de la dictadura de Pinochet y va revelando, de manera apasionante, su propio despertar espiritual y sensitivo.
ES EL FUNDADOR Y SECRETARIO GENERAL DEL MOVIMIENTO POETAS DEL MUNDO QUE CUENTA CON 3.200 AFILIADOS EN TODO EL PLANETA, ENTRE ELLOS EN CALIDAD DE CONSUL A HERNANDO ARDILA GONZALEZ ESCRITOR SANTANDEREANO.
ESTARÀ EN BUCARAMANGA EL VIERNES 29 DE AGOSTO DE 2008, A LAS 3 PM EN LA SALA DE CONFERENCIAS BIBLIOTECA GABRIEL TURBAY Y A PARTIR DE LA 5:30 PM EN LA CASA DEL LIBRO TORAL EDITORIAL SYC, DE LA CALLE 35 CON KRA 10, DONDE PRESENTARÀ EL POEMARIO "COLOMBIA MUERE... DALE UN POEMA" Y SU OBRA LIETRARIA Y SEMBLANZA.
CON LECTURA DE TEXTOS DE POETAS DEL MUNDO SELECCIONADOS DEL POEMARIO COLOMBIA MUERE... DALE UN POEMA, PARA UNIRSE A LAS VOCES POETICAS CONVOCADA POR POETAS GRABRIEL IMPAGLIONE Y TITO ALVAREZ EN LECTURA LECTURA UNIVERSAL.
INVITAN EL IMCT, LA FUNDACION PAIS SIN FRONTERAS, LA ASOCIACION DE POETAS PALABRA EN EL TIEMPO, SECRETARIA DE DESARROLLO DEPARTAMENTAL Y POETAS DEL MUNDO.
JOSE ALCIDES CORTEZ HERNANDO ARDILA GONZALEZ DIRECTOR IMCT PRESIDENTE PAIS SIN FORNTERAS
CONSUL POETAS DEL MUNDO
Hernando Ardila Gonzalez.
Embajador Universal de la Paz - Colombia.
Circulo Universal de Embajadores de la Paz - Ginebra - Suiza.
From: micr105@... To: jtafur@...; jsoto@...; jsantacruz@...; jpatino@...; jovenes-ibc-lamolina@...; josepancorvo@...; josemanuel108@...; josehigueras@...; jlujan@...; josegamboar@...; jodelval@...; josebracamonte@...; joseaquije@...; joseac50@...; josancru@...; jos_ctpress9@...; jorgetrujillodezela@...; jorgepazmachado@...; kurakaconsulting@...; jmcordav@...; jorge20642@...; jorgeitagomez@...; stephjor@...; jszabo@...; josancru@...; santacruz_john@...; poetabarbieri@...; casabarbieri@...; johnnybarbieri@...; johnnybarbieri@...; jmzaconetti@... Subject: ME LO MANDO UNA AMIGA QUE ES ABOGADA DE UN BANCO Date: Wed, 27 Aug 2008 15:17:49 -0300
ME LO MANDO UNA AMIGA QUE ES ABOGADA DE UN BANCO - no dejen de leerlo no pierden nada
Que podemos perder, si la abogada del Banco dice que es verdad, debe serlo. A todos mis amigos. Por lo general no reenvío mensajes pero éste viene de mi amiga Paola Sandobal quien es una abogada. Si ella dice que funciona, es que va a funcionar. Y, ¿qué tiene Ud. que perder?
SIGA LEYENDO LO QUE ELLA ME ESCRIBIÓ:
Lo siento mucho, pero tenía que probar suerte. Soy abogada y conozco la ley. Y les digo que esto es real. AOL e INTEL van a cumplir sus promesas por temor a enfrentar un juicio de varios millones de dólares semejante al que la compañía Pepsicola planteó a General Electric no hace mucho tiempo. No tomen esta carta como un Spam. Bill Gates está compartiendo su fortuna.
Si Ud. la ignora, podría arrepentirse. Microsoft y AOL son actualmente las compañías más grandes de Internet y en un esfuerzo, porque Internet Explorer se mantenga como el programa de más amplio uso, están realizando una apuesta en relación al e-mail. Si Ud. envía este mensaje a sus amigos, Microsoft Windows le dará seguimiento por un período de dos semanas, en caso de que Ud. Utilice Microsoft Windows.
Por cada persona a la que Ud. reenvíe este mensaje, Microsoft le pagará a Ud. $245 dólares USA.
Por cada una de las personas a las que Ud ha escrito y que reenvían el mensaje, Microsoft le pagará a Ud. $243 (Dólares USA) y por cada tercera persona que lo reciba, le pagará a Ud. $241 Dólares USA.
En dos semanas, Microsoft lo contactará a Ud. solicitando su dirección postal y le enviará un cheque.
Yo también creí que esto era un engaño. Pero dos semanas después de recibir este mensaje y de haberlo reenviado, Microsoft me contactó, solicitando mi
dirección y pocos días después recibí un cheque por $24, 800.00 dólares USA. Si alguien puede financiar esto,sin duda es Bill Gates. Para él son gastos de mercadeo. Ud. Puede fácilmente ganarse unos $10.000 dólares USA.
Por favor, envíe esto a la mayor cantidad de personas posibles. No le vamos a ayudar con su apuesta sin sacar algo por el tiempo que hemos invertido en esto.
La novia de mi hermano se metió en esto hace algunos meses. Cuando los fui a visitar, mi hermana me enseñó el cheque que le dieron por la suma de $4, 324.44 dólares USA y llevaba una leyenda 'pagado en totalidad'. Como dije antes, conozco la ley y garantizo que esto es real.
López Niño & Asociados Auditoria e Impuestos
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Me ahogo en el mar de la tristeza. Voló el gorrión en busca de su hembra. Quedó vacío el nido de mi vientre, la carne de mi carne que engendré. Abrazo a la distancia en su lugar. Beso aquel retrato enmarcado que inmutable mira fijamente. La impotencia me invade y exaspera. Engatuso a mi mente en el tiempo: permanece desordenada su habitación, las colillas de cigarro siguen en el piso, contemplo su dibujo pintado en la pared, sus fantasmas bailan con los míos.
Luis Arias Manzo, chileno, en 1973 tenía 17 años. Debió salir al exterior en marzo de 1975 y solo volvió al país en febrero de 1991. Sus últimos 12 años como exiliado los vivió en Francia. De regreso a Chile, instaló en Santiago Centro la Librería Apostrophes, cerca de la Plaza Mulato Gil, especializada en la difusión y venta de libros en francés.
Es autor de tres libros: 'AGUALUNA', 'MIL AÑOS DE AMOR' e 'INSTANTES'. Los dos primeros trata de dos encuentros místicos: una tarotista panameña que vino a despertar su intuición, y una médico francesa que le aseguró haber compartido con él una vida anterior.
En ellos, inclusivamente, va narrando parte de sus experiencias en tiempos de la dictadura de Pinochet y va revelando, de manera apasionante, su propio despertar espiritual y sensitivo.
ES EL FUNDADOR Y SECRETARIO GENERAL DEL MOVIMIENTO POETAS DEL MUNDO QUE CUENTA CON 3.200 AFILIADOS EN TODO EL PLANETA, ENTRE ELLOS EN CALIDAD DE CONSUL A HERNANDO ARDILA GONZALEZ ESCRITOR SANTANDEREANO.
ESTARÀ EN BUCARAMANGA EL VIERNES 29 DE AGOSTO DE 2008, A LAS 3 PM EN LA SALA DE CONFERENCIAS BIBLIOTECA GABRIEL TURBAY Y A PARTIR DE LA 5:30 PM EN LA CASA DEL LIBRO TORAL EDITORIAL SYC, DE LA CALLE 35 CON KRA 10, DONDE PRESENTARÀ EL POEMARIO "COLOMBIA MUERE... DALE UN POEMA" Y SU OBRA LIETRARIA Y SEMBLANZA.
CON LECTURA DE TEXTOS DE POETAS DEL MUNDO SELECCIONADOS DEL POEMARIO COLOMBIA MUERE... DALE UN POEMA, PARA UNIRSE A LAS VOCES POETICAS CONVOCADA POR POETAS GRABRIEL IMPAGLIONE Y TITO ALVAREZ EN LECTURA LECTURA UNIVERSAL.
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JOSE ALCIDES CORTEZ HERNANDO ARDILA GONZALEZ DIRECTOR IMCT PRESIDENTE PAIS SIN FORNTERAS
CONSUL POETAS DEL MUNDO
Hernando Ardila Gonzalez.
Embajador Universal de la Paz - Colombia.
Circulo Universal de Embajadores de la Paz - Ginebra - Suiza.
From: fortaleza.informacion@... To: info_fortaleza@... Subject: El traqueto Date: Sat, 23 Aug 2008 22:59:40 -0500
El Tiempo
El traqueto
Publicado el 24 de Agosto de 2008
Salud Hernández-Mora
Lo siento por Fabio Valencia Cossio, que resultó menos soporífero que su antecesor y bastante más hábil, pero me temo que terminará cayendo. Tener un hermano que en su condición de jefe de Fiscalías de Medellín, que no de ciudadano anónimo, acuerda trampas por teléfono para beneficiar a mafiosos, es un lastre imposible de soportar para un ministro de Justicia aunque no supiera nada.
Al ex fiscal le delata hasta el lenguaje, propio de pandillero de parche con ínfulas de traqueto, y una mentalidad narca capaz de transarse por una moto de cuatro ruedas que tanto le gustan a los capos.
No sé cómo irá a explicar sus propias palabras y eso que lo aparecido en la revista Cambio debe ser una ínfima parte de lo que le tienen guardado. Como él dice que todo está sacado de contexto, me da curiosidad saber hasta dónde llega su imaginación para inventar una 'Operación Jaque' mucho más sofisticada, capaz de engañar al más pilo y convertir lo dicho con su propia voz en una misión encubierta.
Es una tristeza que nunca acabemos en este país con las asociaciones mafiosas de funcionarios supuestamente rectos, venidos de familias tradicionales, con criminales. Es una espiral endemoniada que no tiene final y que merecería un estudio sociológico, como el narcotráfico.
Encierran a 'don Berna', a 'don Diego', matan a Varela, descabezan un cartel, y aparece de la nada 'don Mario' rodeado de un ejército tenebroso. Descubren a unos fiscales corruptos y enseguida otros toman el relevo. Enterramos el proceso 8.000 con dos paladas de arena, dejando casi todos los despojos al descubierto, y renace de sus cenizas vestido de 'parapolítica'.
Y esta vez tampoco haremos la catarsis que el país necesita. Oficiarán otro entierro de tercera donde la mayoría de los cadáveres resucitarán con nuevos bríos animados por el orfeón gubernamental que no quiere que todo se sepa, y una sociedad permisiva donde las haya. Una sociedad que sigue cultivando el sagrado culto a la plata y al todo vale.
Muchos prefieren creer que el paramilitarismo era cuestión de un puñado de dirigentes, de ganaderos y de narcos, y nos olvidamos de que fue un fenómeno social de unas dimensiones fabulosas, en el que estuvieron implicados desde generales hasta comerciantes pequeños que reunían fondos para que los protegieran, pasando por vecinos que señalaban a vecinos para que los 'paras' los mataran por una deuda o un lío de faldas. Y unos medios de comunicación que llegaron al extremo de ensalzarlos.
Volviendo al fiscal Valencia Cossio, también me dejó atónita que le sacaran de Antioquia para darle la jefatura de fiscalías de Boyacá. Y a la fiscal de Montería, que recibe pagos de amigos de dudosa reputación, la mandaran para Pasto. ¿Acaso los boyacos y los pastusos merecen recibir funcionarios bajo sospecha? ¿O es que pensaban que hasta allá no llegaban los tentáculos de sus supuestos aliados narcos? Si no servían para una región porque pensaban que podían seguir haciendo de las suyas, tampoco para otras. Mejor haberlos mandado de vacaciones si no podían echarlos. Inexplicable decisión que deja muchas dudas sobre la calidad de los funcionarios en los departamentos que en las altas esferas consideran de segunda.
NOTA: El presidente Uribe sigue la tradición histórica de matar al mensajero para desviar culpas propias. Pide que investiguen a Daniel Coronell mientras cubre con un manto a sus funcionarios. Ellos son probos y el periodista un delincuente por demorar una información respetando los deseos de su fuente. De poco le servirá al Mandatario la burda estrategia porque si Yidis está en prisión por cohecho, es lógico que le sigan los que le ofrecieron dádivas. Coronell es una ficha insignificante en este barullo. Ni pidió puestos ni entregó cargos. Esto es un caso de co-he-cho, señor Presidente, no de periodismo.
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Bajo del taxi en The New Canaan Tabernacle. Al sentarme huelo orines en los muros, escucho esas viejas canciones, arrastradas por el viento, salir, melancólicas, por las ventanas de Harlem. Distingo la sombra de James Brown cruzar la Lenox Avenue y desaparecer entre las luces del viejo teatro Apollo. En otra esquina, Mingus y su bajo me despiertan, a ese otro mundo, soterrado y frío, de árboles, y sogas grises, en lugar de pájaros. Siento el espíritu de un fugitivo llegando al Norte, y puños al aire, lo saludo. Respiro en Harlem, los versos libertos de Frederick Douglass, y Langston Hughes, en los ojos obnubilados del maestro Dizzy Gillespie.
Mujer pecadora me dice la gente por entregarte mi corazón en prenda. Por años mantuve esta llama encendida, certeza la mía, que llegaría a tenerte.
Soy tuya, aunque otra sea tu dueña que exhibe un papel: contrato de hombres. Infantiles amores de opuestas costumbres, absurdo luchar con un mundo en contra.
Tu amor prohibido... mi eterno delirio. Culpable el destino, te puso en mis brazos. Mi vida sin ti, amargo sería el martirio.
Cuando el tiempo mezquino acorte mis plazos por haber vivido más de lo que vive un lirio, moriré pecando con tus dulces besos.
Odio y amo. ¿po qué lo hago?, pregunto acaso. No sé. Pero siento que es hecho, y me torturo.
Catulo
A José Revueltas
Hoy me calzo de cólera.
Hoy me visto de viento.
Como bajo luna luz de bengala que alumbra mi presencia desconcertada con el grito colgado de los dientes, atravesado por una bayoneta. Trastabilleo hasta chocar con un carro donde bajan hombres armados que comeniezan a golpearme. Bosques enteros son derribados en mi cerebro. Me descrubro la cara para saber más. Hoy conozco en carne propia a mi país. Por eso estoy con esta hacha incrustada en el cráneo, oliendo y tocando la fatiga que ha hundido el poco en uno de mis costados. ¿ Qué año es? El polvo ha entrado en mi garganta a cubetazos.
Para reconocerme tengo que pararme frente a un espejo, preguntarle a mis amigos si me han visto pasar. Pero ellos no me responden. Tampoco pueden hablar. Sus heridas, igual que las mías, se abren con un mínimo esfuerzo: cuando desnucan a un colibrí con los dedos, cuando desnudan a una muchacha. No pueden responderme desde la cárcel, porque el carcelero les ha roto las costillas a culatazos.
Un tren no me deja respirar. Otro no me deja dormir, desgarra mi piel, entra por el túnel de mi boca, se descarrila en mi corazón; rompe las celdillas de mis pulmones, atraviesa mi carne, cae al vacío, cae a mis pies que están clavados en la tierra. Me apeo del tren en el lado norte de la ciudad. Todavia con olor a campesino, con el morral al hombro, voy descubriendo la ciudad, la ciudad va desnudándose. Un culatazo me derriba. Esto es México. No escribo con palabras. Las palabra no sirven para nada. Sólo sirve el odio, una mano sobre un libro, una pintura que nombra lo indecible, una mujer con un libro entre las piernas.
Delante de una copa sorbo la poesía recién descubierta como una estatua de ira.
¿Cuánto ojos son mis ojos, cuántas bocas tienen mi rostro, cuántas, qué inumerables piernas me sostienen?
¿Con qué hoz corta la espiga, los cabellos de estas palabras, hasta dejar el papel limpio, vacío, cayendo, sin caer. En una cámara oscura, en el espacio sideral?
Hoy viajo en el testuz del aire, como un pez alado. Toros despliegan arcoiris y lluvias. Se embiten uno a otros, mugiendo, enrojeciendo nubes. Parecen muchachos golpeándose, dándose de lanzazos. Hoy conozco otra ciudad, que me hace palidecer. Es como una barra de plata o de hielo porque se deshace en mis pelos. Ahora estoy tras las rejas de una prisión, comiendo una asquerosa comida, con la colcha llena de chinches. ¿Todavía vamos a besarnos, muchacha? ¿Dónde, amor voy a acariciarte, si han quemado tu cama, clausurado tu cuarto, derruido el edificio? No pases la lengua por mi pecho, porque me hieres. No alcanzo tu cuello. No puedo moverme. Siento tu respiración, tus ansias. Pero tú también estás muerta. Te me deshaces de tanta fatiga, al contacto de mi mueca. Nos arrastramos tratando de alcanzarnos, pero cuando llegamos al sitio donde nos esperábamos, ya no hay sitio, ni cuerpos, ni amor. Levanto un brazo, y nada. Levantas una pierna, y te alejas cojeando. Nos han engañado. Ho han envilecido, castrados, ensuciado. Manco estoy, lejano, ido. No habito aquí, sino en otra galaxia, viajando en la copa de algún planeta. ¿Quién dispara esa ametralladora? ¿Quién conduce ese tanque de guerra? Corro a cuatro pies, me trepo a un árbol dando alaridos, hundo la cabeza en el agua. Tengo frío, humo, primavera. Huelo a piedras, a perro, a pintura. Es mejor cortarse los dedos de las manos y empuñar un arma con la boca, los ojos o las orejas. Es mejor correr sin piernas. ¿De dónde diablos he llegado? Vallejo, Vallejo, aún te dan duro con un palo, la cárcel se ha hundido junto con tus costillas no sé a dónde. El hambre no ha podido martarte. ni siquiera el suero, las jeringas, las sondas, las transfusiones podrán revivirte, hacerte andar como ellos quieren. Vallejo, sin embargo, sin nada, muerto y olvidado, tú eres la cólera, la rebelión.
Enterrado estoy, mordiéndome los puños.
Asito a mi funeral en una caja de pino.
¿Escuchas?
Es un tren que silba en la madrugada.
El tren que puede ser caballo, o un cometa, o una hormiga.
¿Qué estoy diciendo?
Escribo sobre mi cadáver, que dócilmente me sirve de mesa. mi cadáver llorándome.