ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA
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LANZAMIENTOS:
HUMANIZAR O INFRA-HUMANO
A Formação do Ser Humano Integral:
Homo evolutivo, práxis e economia solidária
Marcos Arruda
Este livro é o primeiro de uma trilogia sobre a formação do ser humano
integral. Ele busca respostas a um conjunto de questões fundamentais para a
existência humana no mundo da globalização neoliberal. Dialogando com alguns
dos mais destacados autores do Ocidente e outros de culturas não ocidentais,
o autor convida os leitores a participar da aventura de examinar o passado
da terra e do homo a partir do presente, a fim de visualizar os cenários que
se abrem para o futuro do indivíduo, da espécie e do planeta.
Referências:
Arruda, Marcos. Humanizar o Infra-Humano. A Formação do Ser Humano Integral:
Homo evolutivo, práxis e economia solidária. Petrópolis: Vozes, 2003. 264p.
ECONOMIA POPULAR E SOLIDÁRIA
Desafios Teóricos e Práticos
Os textos publicados neste livro resguardam a memória do Seminário Economia
Popular e Solidária, realizado de 12 a 14 de setembro de 2001, no Recife. O
Seminário foi promovido como parte das comemorações pelos 50 anos dos cursos
do Centro de Filosofia e Ciências Humanas, da Universidade Federal de
Pernambuco. Trata-se de uma parceria bem sucedida entre a Pós - Graduação em
Sociologia da UFPE e a Secretaria de Desenvolvimento Econômico da PCR, com
vistas a aprofundar o conhecimento dos novos mecanismos e das novas
possibilidades de gestação de solidariedades econômicas e sociais.
Referência:
MEDEIROS, Alzira. MARTINS, Paulo Henrique.Economia Popular e Solidária:
desafios teóricos e práticos. Recife: Bagaço, 2003. 120p.
A OUTRA ECONOMIA
Antônio David Cattani
Inúmeras formas de organizar a produção material e os serviços aparecem,
atualmente, como alternativas à economia capitalista. Designadas por termos
tais como economia solidária, socioeconomia, novo cooperativismo, empresas
autogestionárias e outros, estas formas correspondem a realizações
inovadoras, associadas a novos valores e princípios que se opõem às práticas
excludentes, sócio e ambientalmente predatórias.
A construção do novo, do socialmente mais avançado, remete a processos
complexos que ultrapassam a mediocridade e as limitações das relações de
produção capitalistas. Nestas, os termos associados são: concorrência,
exploração, acumulação compulsória, exclusão. A outra economia é regida
pelos princípios de solidariedade, da sustentabilidade, da inclusão, enfim,
da emancipação social. não se trata apenas de boas intenções, mas de
realizações concretas, viáveis e, sobretudo, em acelerada expansão no mundo
inteiro.
Esta obra constitui-se num esforço coletivo de teorizar sobre o processo em
curso. Nela são conceituados, de maneira clara e rigorosa, os principais
fenômenos e valores que rompem com os modelos dominantes e que dão
consistência às alternativas.
Referência:
CATTANI, Antônio David. A outra economia. Porto Alegre: Veraz, 2003. 306p.
aoutraeconomia@...
veraz@...
THE EMERGENCE OF SOCIAL ENTERPRISE
Carlo Borzaga and Jacques Defourny
" Social enterprise" and "Social entrepreneurship" are concepts that only
recently come into common or official use. As yet, they have no widely
accepted definition, nor any precise set of specific characteristics. This
book presents the fruits of a four-year reserch project analysing the
emergence of social enterprises in all fifiteen EU states.
By comparing the different national experiences of each country, the book
traces the most significant developments in social entrepreneurship emerging
in Europe. The work also examines the more traditional non-profit or third
sector organisations. The final chapters presents an initial attempt to
outline a theory of social enterprise.
The reserch confirms that organisations which have simultaneously an
entrepreneurial dynamic and social aim are expanding in many countries.The
contributors suggest that these enterprises not only enhence social services
in welfare states, but also supply an additional and often innovative
provision, mixing public and private resources, and vonluntary and paid
workers. For these reasons, social enterprises deserve serious attention
from policy- makers, practitioners and academics interested in a more
pluralistic economy and new welfare society.
Referência:
BORZAGA, Carlos. DEFOURNY, Jacques.The emergence of social enterprise.
Routledge:Hardcover, 2001. 400p.
SOCIOECONOMIA DE LA SOLIDARIDAD
Pablo A.Guerra
En medio de las crisis que tipificam nuestro mundo actual, innumerables
experiencias de economías alternativas y solidarias emergen como respuesta.
Paralelamente se da una elaboración teórica que va delineando un nuevo
paradigma - sustento de los proyectos alternativos concretos- basado en una
concepción " comprensiva" de la economía, opuesta al mundo globalizado que
promueve valores egoístas y una competividad desenfrenada.
La socioeconomía de la solidaridad, como alternativa a los modelos de
desarrollo capitalistas que están al origem de las amenazas que sufren tanto
la sociedad como la naturaleza.
Desde esta perspectiva la economía se define como el conjunto de actividades
que tienden a satisfacer las necessidades humanas en el marco de la vida
social y cultural que la contienen.
Una economía que se distancia de los modelos economicistas imperantes para
basarse en la solidaridad y la cooperación.
Referências:
GUERRA, A. Pablo. Socioeconomia de la solidariedad. Montevideo:Nordan
Comunidad, 2002. 240p.
nordan@...
A DÁDIVA ENTRE OS MODERNOS
DISCUSSÃO SOBRE OS FUNDAMENTOS E AS REGRAS DO SOCIAL
Paulo Henrique Martins (org.)
Seleção de textos publicados na Revue di M .A.U.S.S. (revista do Mouvement
Anti-Utilitariste dans les Sciences Sociales), uma revista que se opõe a
todas a as formas de economicismo, e não acredita que o homem seja ou deva
ser considerado, em primeiro lugar como um homo oeconomicus; seu título
presta homenagem a Marcel Mauss, sociólogo, autor de "Ensaios sobre a
dádiva" e precursor das idéias sobre o sistema social da dádiva. "A Dádiva
entre os Modernos" é uma colaboração para uma crítica mais sistemática do
utilitarismo econômico, que embasa doutrinamente o neoliberalismo e, também,
para melhor compreender certas modalidades concretas de invenção do vínculo
social, como aquelas do livre associacionismo.
Referências:
MARTINS, Paulo Henrique (org.). A dádiva entre os modernos. Discussão sobre
os fundamentos e as regras do social. Petrópolis:Vozes, 2003. 336p.
www.vozes.com.br
COMO ORGANIZAR REDES SOLIDÁRIAS
Euclides André Mance
Este livro se destina a organizações da sociedade civil, consumidores e
trabalhadores, produtores e prestadores de serviços interessados em
organizar e participar de redes de colaboração solidária.
Nele são apresentados, de maneira didática, os diversos mecanismos
atualmente utilizados em redes de economia solidária e uma série de
esclarecimentos sobre como assegurar a viabilidade financeira dos
empreendimentos, como realizar diagnósticos de rede, consolidar e expandir
as redes de solidárias locais e integrá- las em redes regionais, estaduais,
nacionais e mundiais, fortalecendo os empreendimentos que venham a ser
criados, para que sejam bem- sucedidos.
É, pois, uma valiosa ferramenta no trabalho de organização e educação
popular.
Referência:
MANCE, Euclides André. Como organizar redes solidárias. Rio de Janeiro:
DP&A, Fase, 2002.
fase@...
ECONOMIA CIDADÃ
ALTERNATIVAS AO NEOLIBERALISMO
Henri Rouillé d'Orfeuil
Economia Solidária, Empresa Social, Novo Cooperativismo, Socioeconomia
Solidária, são alguns dos termos que identificam propostas e realizações que
não se confundem com a lógica dominante da economia capitalista,
impulsionada pela concorrência fratricida, pela produção e pelo consumo
alienados.
Analisando seus fundamentos teóricos e sociais e, baseado em múltiplos
exemplos, Henri Rouille d'Orfeuil destaca que essas iniciativas são viáveis
e que elas têm um potencial imenso na medida em que a solidariedade e a
cooperação têm dimensões internacionais.
Ativo participante do Fórum Social Mundial de Porto Alegre, d'Orfeuil
desmostra que não apenas "um outro mundo é possível" mas que ele está sendo
construídoem várias partes do planeta.
Referências:
D'ORFEUIL, Henri Rouillé. Alternativas ao neoliberalismo. Petrópolis: Vozes,
2002.
CONSTRUINDO UMA ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA
no Rio Grande do Sul
Com a intenção de reforçar o processo educativo da CÁRITAS do Rio Grande do
Sul, este carderno busca recuperar alguns aspectos importantes dessa
reflexão coletiva. Trazendo à memoria a caminhada de dezoito anos dos
Projetos Alternativos Comunitários (PACs), com uma síntese dos principais
temas aprofundados. Essas reflexões são resultados dos Encontros Estaduais
de Projetos Alternativos Comunitários, pesquisas, estudos e reflexões de
agentes da Cáritas, e contribuições de assessorias que contribuíram neste
processo.
O Caderno foi dividido em duas partes, sendo a primeira: Os Projetos
Alternativos Comunitários no RS; a e a segunda: Dos PACs à Rede de Economia
Popular Solidária.
caritasr@...
INTRODUÇÃO À ECONOMIA SOLIDÁRIA
Em Introdução à Economia Solidária o professor e economista Paul Singer
mostra que para termos uma sociedade em que predomine a igualdade entre
todos os seus membros é preciso que a economia seja solidária em vez de
competitiva. Isso significa que os participantes na atividade econômica
deveriam cooperar entre si em vez de competir.
Neste livro, o autor expõe os princípios da Economia Solidária e defende a
idéia de queela poderá ser uma alternativa superior ao capitalismo por
proporcionar às pessoas uma vida melhor, com solidariedade e igualdade.
Referência:
SINGER, Paul. Introdução à Economia Solidária. São Paulo: Fundação Perseu
Abramo, 2002. 127p.
editora@...
ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA
Pesquisa/ação: regiões Altos da Serra, Grande Porto Alegre e Sul/RS
Esta é uma publicação que resultou de um processo de elaboração coletiva,
coordenada pelo CAMP (Centro de Assessoria Multiprofissional), envolvendo
diversos atores populares das regiões acima citadas, bem como governos
populares. A obra identifica os principais avanços e desafios neste setor.
De modo especial faz uma abordagem sobre os potenciais inerentes a
experiências de economia popular solidária capazes de contribuir na
construção de um outro projeto de sociedade. Relata também os principais
resultados, em termos práticos, do processo, além de apresentar um pequeno
histórico dos 192 empreendimentos/grupos envolvidos.
Referências: ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA. Pesquisa/ação: regiões Altos da
Serra, Grande Porto Alegre e Sul/RS. Porto Alegre: CAMP. 160p.
campdoc@...
ECONOMIA POPULAR SOLIDÁRIA
Grupo de Pesquisa Economia Solidária PPG Ciências Sociais Aplicadas-
Unisinos
Universidade do Vale do Rio dos Sinos
http://www.ecosol.org.br/lan%E7amentos.htm
LEITURAS INICIAIS
ARRUDA, Marcos. Globalização e sociedade civil repensando o cooperativismo
no contexto da cidadania ativa. Proposta, n. 74, p.
6-17, 1997. Disponível em: www.alternex.com.br/~pacs/index.html
CORAGGIO, José Luis. Alternativas para o desenvolvimento humano em um mundo
globalizado. Proposta, n. 72, p. 30-38, 1997.
Disponível em: http://www.fronesis.org
CHAVES, R. Economía política de la economía social: una revisión de la
literatura económica reciente. Ciriec-España, n. 25, p.
141-162, 1997.
CUT. Sindicalismo e economia solidária: reflexões sobre o projeto da CUT.
São Paulo: CUT, 1999. 66 p.
FERNANDES, R. C. Privado, porém público: o terceiro setor na América Latina.
Rio de Janeiro: Relume-Dumará, 1994. 156 p.
GAIGER, Luiz I. Empreendimentos solidários: uma alternativa para a economia
popular? In: GAIGER, Luiz I. (Org.). Formas de
combate e de resistência à pobreza. São Leopoldo: UNISINOS, 1996, p.
101-126.
GAIGER, Luiz I. A Solidariedade como alternativa econômica para os pobres.
Contexto e Educação, n. 50, p.47-71, 1998.
GAIGER, Luiz I. et al. A economia solidária no RS: viabilidade e
perspectivas. Cadernos CEDOPE Série Movimentos Sociais e
Cultura. n. 15, 1999.
KRAYCHETE, Gabriel; COSTA, Beatriz; LARA; Francisco (Orgs.). Economia dos
setores populares: entre a realidade e a utopia.
Petrópolis: Vozes, 2000. 246 p.
LAVILLE, Jean-Louis (Dir.). L'économie solidaire: une perspective
internationale. Paris: Desclée de Brouwer, 1994.
LISBOA, Armando. Os desafios da economia popular solidária. Disponível
viaalisboa@... em www.ecosol.org.br.
MANCE, Euclides A. A revolução das redes: a colaboração solidária como uma
alternativa pós-capitalista à globalização atual.
Petrópolis: Vozes, 1999.
MANCE, Euclides A. Como organizar redes solidárias. Rio de Janeiro: DP&A,
2002. 390p.
MANCE, Euclides A. Redes de colaboração solidária, aspectos
econômico-filosóficos:complexidade e libertação. Petrópolis: Vozes, 2002.
364p.
RAZETO, Luis. Las empresas alternativas. Montevideo: Nordan-Comunidad, 2002.
196p.
RAZETO, Luis. O papel central do trabalho e a economia de solidariedade.
Proposta, n. 75, p. 91-99, 1997/1998.
SINGER, Paul. Economia Solidária: geração de renda e alternativa ao
liberalismo. Proposta, n. 72, p. 6-13, 1997.
SINGER, Paul; SOUZA, André Ricardo de (Orgs.). A economia solidária no
Brasil. São Paulo: Contexto, 2000. 360 p.
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