EN SU DÍA, LOS MEJORES DESEOS A TODOS QUIENES VIVEN DE UN SALARIO.
A TODOS LOS TRABAJADORES Y TRABAJADORAS QUE SON QUIENES HACEN POSIBLE QUE LA
HUMANIDAD AVANCE.
QUE NO SE ABANDONE LA LUCHA POR UN MUNDO MEJOR, MÁS HUMANO, MÁS FRATERNO, MÁS
SOLIDARIO.
QUE NO SE OLVIDE A QUIENES HAN ENTREGADO SU VIDA BUSCANDO ESE MISMO DESTINO.
QUE NO SE OLVIDE QUE TODOS NAVEGAMOS SOBRE UN MISMO BARCO.
SOBRE UNA MISMA NAVE CON UN MISMO DESTINO: EL SEGUIR NAVEGANDO.
1º DE MAYO DE 2005, DÍA INTERNACIONAL DE LOS TRABAJADORES.
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Desde el Mercosur al mundo
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Hoy la sociedad está al servicio de la economía.
Juntos haremos que la economía esté al servicio de la sociedad.
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Hoy la sociedad está al servicio de la economía.
Haremos que la economía esté al servicio de la sociedad.
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Rumbo al 16º Festival Mundial de la Juventud y l@s Estudiantes
Venezuela Agosto / 2005
ENCUENTRO NACIONAL JUVENIL
Por un Comité Nacional Preparatorio,
amplio, plural y democrático
Sábado 30 de abril 2:30 p.m.
Av. Emancipación 984 - Lima 1
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de Jóvenes por los Derechos Humanos - REDH
Nuestra Generación navega RÍO ARRIBA :
La historia nos demuestra: ¡ sin luchas, no hay victorias !
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LOS TRABAJADORES DE LA SALUD TIENEN RAZÓN
¡Vecinos y Vecinas, Escuchemos otra campana !
¿Sabía usted?
…Que en la ciudad de Buenos Aires hay superávit fiscal.
…Que el presupuesto de Salud es el mismo que el año pasado, a pesar del 7% de
inflación y de haber aumentado la demanda en los hospitales públicos.
…Que a pesar de las necesidades el presupuesto de Salud en el 2004 fue
subejecutado, es decir no fue utilizado en su totalidad.
…Que los trabajadores de la salud piden un salario básico que cubra la Canasta
Familiar, nombramientos y pases a planta permanente.
…Que las operaciones son postergadas, los turnos demorados por falta de insumos,
profesionales y aparatología en condiciones.
…Que la entrega de leche para niños hasta los 6 años, madres embarazadas y
madres que amamantan es tardía e insuficiente.
…Que el programa de vigilancia nutricional no cuenta con los equipos completos
para detectar y tratar la desnutrición.
APOYAR A LOS TRABAJADORES EN SU JUSTO RECLAMO, ES DEFENDER LA SALUD PUBLICA
El conflicto de los trabajadores de la salud como el de telefónicos, metrovías,
docentes, aeronáuticos y otros, son la creciente respuesta de nuestro pueblo a
este sistema y modelo económico. Que por un lado tiene superávit y paga puntual
y obedientemente la inmoral y fraudulenta deuda externa, y por el otro súper
explota a los trabajadores y somete a desocupación, miseria y hambre a las
mayorías.
SOLIDARIDAD ACTIVA CON TODOS LOS SECTORES EN LUCHA
Otra Salud es Posible. Otro País es Posible.
Foro Social Salud y Medio Ambiente – Capital
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CARTA O BERRO
Enviado pelo companheiro Adauto Melo
Incra diz que EUA monitoram MST
Estados Unidos queriam informações sobre o "abril vermelho" de invasões que o
Movimento dos Sem-Terra prometia
RECIFE (AE) - A superintendente do Instituto Nacional de Colonização e Reforma
Agrária (Incra) em Pernambuco, Maria de Oliveira, recebeu em 10 de fevereiro, na
sede do órgão no Recife, o cônsul dos Estados Unidos no Estado, Peter Swavely, e
o segundo-secretário para Assuntos Políticos da Embaixada dos EUA em Brasília,
Peter Thomas Reiter. Eles buscavam informações sobre o "abril vermelho" de
invasões que o Movimento dos Sem-Terra (MST) prometia e queriam saber se o
Brasil e Pernambuco estavam preparados para dar uma resposta de atendimento ao
movimento.
"Recebi a embaixada porque me pediram uma agenda, mas o encontro realmente se
resumiu ao 'abril vermelho'", contou Maria ontem, por telefone, de Brasília. A
reunião foi sigilosa e surpreendeu a superintendente regional, que nunca havia
recebido embaixadores antes.
Numa nova reunião, os americanos queriam complementar informações sobre a onda
de invasões dos sem-terra em abril. Também buscavam esclarecer notícias
veiculadas na imprensa de que as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia
(Farc) estariam atuando em Pernambuco, na Fazenda Normandia, em Caruaru no
agreste, onde fica a sede do MST no Estado. A presença das Farc em Pernambuco
foi denunciada por um ex-integrante do MST e investigada pela Comissão
Parlamentar de Inquérito da Terra.
Depois, os americanos tentaram novas reuniões com Maria, mas ela decidiu não
mais recebê-los e sugeriu que procurassem o Ministério do Desenvolvimento
Agrário em Brasília, por considerar que era mais adequado do ponto de vista
hierárquico e especialmente por dizer respeito à soberania nacional.
O fato veio à tona sábado, em reportagem publicada no Jornal do Commercio, em
que a superintendente confirmou o encontro e falou de seu desconforto com isso.
"Para mim essa situação de um país buscar informações sobre movimentos sociais
de outro país é muito preocupante." Maria disse que se a embaixada sentia a
necessidade de ter mais informações deveria procurar o ministério.
O Ministério do Desenvolvimento Agrário, entretanto, não foi procurado por
representantes do governo americano, segundo informações do secretário-executivo
da pasta, Guilherme Cassel.
Enviado pelo companheiro Joba-Pe
Folha de Pernambuco, 26.4.2005, Geral
**"Esta é uma prática normal num governo fascista como de Bush"
ENTREVISTA JOÃO PEDRO STÉDILE
O principal representante do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra
(MST) no País, João Pedro Stédile, em entrevista ao Jornal do Commercio,
demonstrou indignação com as denúncias feitas por Maria de Oliveira. Ele
informou que a coordenação nacional do MST vai cobrar um posicionamento do
Governo Federal. "Nós sabemos, em teoria, que todas as dependências diplomáticas
dos Estados Unidos são usadas também para espionagem aqui no Brasil e em todas
as partes do mundo". Ele classificou a atitude como ridícula e descabida. "Esse
governo se comporta como polícia do mundo e não respeita a soberania de nenhum
país".
POSICIONAMENTO
Nós vamos pedir explicações ao governo brasileiro e exigir providências para
que os diplomatas norte-americanos se restrinjam às atividades diplomáticas e
não de ingerência nos assuntos internos do País e muito menos dos movimentos
sociais que aqui atuam."
REPERCUSSÃO
"Acreditamos que os fatos que vieram a público pela superintendente do
Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Pernambuco, Maria
de Oliveira, é uma denúncia a todas as entidades internacionais sobre a
ingerência do governo Bush em assuntos internos dos países. Imaginem o que eles
estão fazendo no Haiti, Equador e Panamá e Guantánamo. Esta, infelizmente, é uma
prática normal de um governo fascista, belicista e imperialista como o Governo
Bush."
PREPOTÊNCIA
"O episódio revela a extrema prepotência do Governo Bush, que se dá ao direito
de, tomando conhecimento de fofocas pela imprensa, ir ele mesmo checar se as
informações são corretas ou não (referência às denúncias da CPMI da Terra de que
as Farc teriam ligação com o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra -
MST). Demonstra também que esse governo se comporta como polícia do mundo e não
respeita mais a soberania de nenhum país."
PRECEDENTES
"Nós sabemos, em teoria, que todas as dependências diplomáticas dos Estados
Unidos são usadas também para espionagem aqui no Brasil e em todas as partes do
mundo. Sabíamos das denúncias, ano passado, do escritório formal que a CIA
mantinha em São Paulo com o conhecimento do governo do Brasil. Mas como estavam
dentro do consulado, não havia nada a fazer."
FBI
"Também tomamos conhecimento pelas denúncias de um ex-diretor do FBI no Brasil
que, ao aposentar-se, revelou em longa entrevista à Carta Capital todas suas
maquinações para colher informações e pagar delegados da Polícia Federal. E de
que, inclusive, o FBI gasta milhões de dólares todos os anos para repassar a
membros da Polícia Federal com o objetivo de desenvolver atividades em parceria.
De maneiras que as atividades deles são tão prepotentes que até nem se preocupam
em esconder muito."
REAÇÃO
"De nossa parte, não temos nenhuma preocupação porque nosso movimento luta por
terra, por trabalho, por escola e por dignidade. Reivindicações que não só são
legítimas como são direitos fundamentais de que qualquer pessoa, inclusive nos
Estados Unidos."
"A paz depende mais do que nunca do equilíbrio econômico do mundo. A
segurança social do homem é mais importante do que a segurança nacional baseda
nas armas" ( Josué de Castro)
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Respuesta a Fidel Vascós González
Estando de acuerdo con su insistencia en la necesidad formativa del pueblo, sin
embargo sorprende eluda la unidad dialéctica de formación y práctica, de teoría
y práctica marxista de los trabajadores liberados del trabajo enajenado. Se
sitúa al elemento productivo limitado desde su condición productivista y
consumista, no como dueño del poder, ejerciendo el poder de forma natural, desde
los lugares donde ese poder es posible realizarlo de forma directa y permanente.
En el fondo se sigue viendo a las instituciones del Estado Socialista como algo
desligado del ser productivo a semejanza de las democracias capitalistas, aunque
lleno de buenas intenciones hacia el pueblo. En definitiva se sitúa al Estado
colgado del cielo, como algo independiente, manejado por la "superdotada" clase
política a la que desde su honradez y moral comunista "está llamada" a dirigir a
los trabajadores, a darles sus consignas y recomendaciones para el mejor
funcionamiento del país.
Completo en: http://www.rebelion.org/noticia.php?id=14399
Saludos
Malime
[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
CARTA O BERRO
.
quero te amar
quero te amar
de um jeito
perfeito,
completo,
repleto,
com corpo,
com pele,
com as mãos,
com a boca,
com o meu sexo,
chegar ao teu coração,
com tesão,
com rosas,
perfumes,
musicas,
em lençóis de seda,
fazê-la gritar,
gemer de tesão e paixão,
ouví-la falar que me ama,
que quer mais..mais..mais,
até sussurrar chega.
quero sentir tuas entranhas
em longa penetração,
lamber teu pescoço,
deslizar nas tuas costas
até que me peças perdão,
por um amor tão demorado,
guardado,
agora explodindo em paixão.
Ouví-la pedir perdão
pelos carinhos não dados,
pelos beijos recusados,
pois era somente amizade,
que falsidade,
da verdade que não sabia,
ou não me queria,
pois era outra a sua razão.
Agora me consome,
já não há outro nome
confundindo o teu
amor-tesão,
nesse carinho,
nessa tremenda trepação,
que será sempre
amor e tesão.
Assim quero te amar,
te produzir mulher,
te realizar...
assim quero te amar....
vanderleycaixe
17 de abril de 2005 - escritório
música: Esta Tarde Vi llover
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::Intelectuales Argentinos, utópicos reformadores de un orden social
agotado::Intelectuales brasileños: una polémica con Francisco de Oliveira
::Política y lucha de clases en Argentina: los ’70 Ver Lucha de Clases
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Salud
Malime
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CARTA O BERRO
From: gustavo@...
To: [] Café Consciência ;
Pesquisa mostra benefícios da Reforma Agrária
Da Agência Câmara, 20/5/2004
Os argumentos contra a Reforma Agrária foram rebatidos na manhã desta
quinta-feira, em audiência pública da CPI Mista da Terra, pelos coordenadores da
pesquisa "Impactos dos assentamentos - Um estudo sobre o meio rural brasileiro".
De acordo com a pesquisa, realizada pela Universidade Federal Rural do Rio de
Janeiro (UFRRJ), os assentamentos provocaram melhorias na qualidade de vida, no
mercado de trabalho e na economia regional.
A maioria dos assentamentos pesquisados originou-se de crises da monocultura,
como as que atingiram as lavouras cacaueiras da Bahia, a zona canavieira de
Pernambuco e as fazendas de algodão do sertão cearense. Um total de 46% dos
assentados são ex-assalariados rurais ou ex-moradores de fazenda.
"Eram pessoas que estavam na miséria e ganharam a condição de cidadãos", diz o
professor Sérgio Leite, um dos pesquisadores. Os assentamentos trouxeram
mudanças drásticas, para melhor, na vida das pessoas atingidas. Hoje eles
abrigam cerca de 25% da produção de ovinos e caprinos de seus municípios, 15% da
produção avícola e 10% do rebanho de suínos.
Produção diversificada
A produção diversificada substituiu em parte as monoculturas e aumentou a oferta
de alimentos, revitalizando as feiras regionais e o comércio local. A rede de
comercialização de leite e derivados foi redesenhada, surgiram empresas de
processamento, e em algumas regiões criou-se uma nova classe de produtos
alimentícios, identificada com selos específicos.
Cada lote proporcionou, em média, a criação de três postos de trabalho, a um
custo muito menor que o emprego urbano (cerca de R$ 8 mil a R$ 10 mil mensais).
Sérgio Leite destacou também o emprego de mão-de-obra externa, sobretudo nos
momentos do plantio e da colheita.
Tese desmentida
Cerca de 80% dos assentados já viviam e trabalhavam nas regiões onde foram
implantados os assentamentos, desmentindo a tese de que trabalhadores urbanos
sem vocação agrícola "inflam" os acampamentos rurais de sem terra. Os
pesquisadores contestaram os argumentos do professor Cândido Prunes, do
Instituto Liberal. Prunes considera que a Reforma Agrária é inviável no Brasil,
porque para ser produtivo um lote não poderia ter menos de 190 hectares.
Multiplicando essa quantia pelo número de pessoas que demandam a posse de terra,
não haveria terras disponíveis. Sérgio Leite informou que os assentamentos
pesquisados têm, em média, 48 hectares, e vem obtendo boa produtividade.
Laços familiares
Os pesquisadores citam ainda o impacto da Reforma Agrária na desconcentração de
terras; o avanço nas condições tecnológicas nos assentamentos, iguais ou acima
da média municipal; e a recomposição dos laços familiares, uma vez que membros
de uma mesma família antes dispersos pela emigração voltaram à sua terra de
origem, enquanto outros foram amparados por parentes assentados. Participaram da
audiência, além de Sérgio Leite, as professoras Leonilde Medeiros e Rosângela
Cintrão, da UFRRJ; o professor Moacir Palmeira, da Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ).
_____________________________
Original. www3.camara.gov.br/internet/agencia/materias.asp?pk=50666
Questão Agrária | Brasil | Principal.-.Consciência.Net
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CARTA O BERRO
A bandeira da justiça
social em mãos do MST
J. Carlos de Assis
O comentarista Arnaldo Jabor é a única pessoa que conheço (de televisão) que
sabe com certeza que Deus não existe. Com a mesma certeza ele sustenta que os
membros do MST são “aventureiros delirantes”. Na história do mundo houve muitos
agnósticos, porém quase sempre animados por profundo sentimento humanista, como
Bertrand Russel. Neste caso patológico brasileiro, vemos alguém que
simultaneamente não crê nem em Deus, nem nos homens, o que leva a concluir que
estamos diante de um Ego do tamanho da TV Globo.
O comentário feito por Jabor nesta sexta-feira sobre a manifestação de
estudantes norte-americanos pedindo justiça no caso da irmã Doroty, em favor do
MST e pela aceleração da reforma agrária no Brasil representou, esta sim, uma
combinação “delirante” de arrogância e imbecilidade. O ex-cineasta, que sabe
tanto do MST quanto de Desus, vê no movimento organizado pelos camponeses a
própria ante-sala da barbárie. E exigir pressa na reforma agrária, a seu ver,
não passa de um exercício irrealista de quem está de longe.
É curioso como alguém que ganhou certa fama com o cinema ignora o valor
simbólico de manifestações. A passeata-mirim nos Estados Unidos foi um sucesso
absoluto, justamente porque foi posta no ar pela TV Globo. E foi posta no ar
porque deve ter parecido um movimento um tanto exótico, fruto dessa coisa
maravilhosa nos jovens de todo mundo que é a solidariedade e o sentimento de
justiça. Por que, então, Jabor tinha que estragar a festa, com um discurso
anacrônico, reacionário e mentiroso sobre o MST?
No tempo em que era possível fazer piada machista, o humorista Pitigrilli dizia
que é impossível uma loura falar duas coisas inteligentes e bonitinhas, sem
estragar tudo com uma bobagem. A Globo poderia perfeitamente ter deixado passar
em branco a manifestação dos norte-americanos. Não teríamos sabido de nada, ou
pelo menos sua imensa audiência pelo Brasil não saberia. Como a Globo não sabe
fazer uma coisa bonitinha sem acrescentar logo uma besteira, pôs a manifestação
no ar, mas, em contraponto, pos imediatamente em seguida o comentário
discriminatório de Jabor.
É fato que grande parte das classes dominantes tradicionais do Brasil vêem com
desconfiança e medo o crescimento do MST. Isso é natural. O MST luta por valores
e interesses que contrariam os interesses das classes dominantes, sobretudo
daquelas ligadas ao latifúndio improdutivo e à exploração predatória do
campesinato. No meu entender, essas forças regressivas têm todo o direito de se
organizarem politicamente e se defenderem. Faz parte do jogo democrático, na
medida em que uma democracia é justamente um espaço em que forças contraditórias
disputam pacificamente o poder.
Naturalmente, o medo do MST aumentou nesses últimos anos. E aumentou o medo
porque aumentou a sua eficácia. A principal característica do movimento é que
ele construiu uma base de força política e fala por si. Enquanto fosse apenas um
movimento de opinião, mandando eventualmente representantes ao Parlamento, o MST
seria melhor tolerado, porque melhor controlado. Acontece que ele se tornou,
junto com um eixo de mobilização social, uma escola de conscientização e uma
rede de formação de líderes saídos de seu próprio seio, e exclusivamente
dedicados ao campesinato.
No campo da mobilização, o MST faz marchas (como a que está sendo preparada até
Brasília), faz manifestações de rua, faz invasões de terras e de prédios
públicos. São estas últimas a maior fonte de preocupação das forças regressivas.
E preocupam simplesmente porque têm eficácia. Se o MST, invadindo terras e
prédios, não consegue acelerar a reforma agrária, imaginem se fosse uma espécie
apenas de parlamento do campo! Na verdade, o movimento começou a ser respeitado
justamente porque começou a incomodar, adiantando-se, na prática, à reforma
agrária oficial.
O preconceito de Jabor não é diferente de quem se opôs à libertação da
escravatura no século XIX. Sempre se tentou, no pais, alguma forma de
conciliação para retardar todo avanço social e político. Nossa deformada
estrutura agrária surgiu com a Lei da Terra de 1850, mantida intocada por mais
de um século, sendo reforçada pela negativa do voto ao analfabeto em 46. Somente
agora, depois da Constituição de 88, milhões de agricultores analfabetos
conquistaram cidadania. Vão usa-la, não tenham duvida. São delirantes portadores
do futuro da justiça social no Brasil.
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CARTA O BERRO
Caros Amigos, revista de abril 2005
*** Por que marcharemos a Brasília
por João Pedro Stedile
Não podemos jamais esquecer
No dia 17 de abril de 1996, dois pelotões da Polícia Militar do Pará, com
duzentos soldados cada um, recebeu ordens para cercar um acampamento de
sem-terra na curva do S, município de Eldorado de Carajás, e dar uma lição aos
vagabundos que insistiam em querer trabalhar na terra. Cada pelotão saiu
preparado de seu quartel em Parauapebas e Marabá. Sem identificação na farda.
Sem registro de armas e munição. Eram ordens superiores. Governava a província
do Pará o senhor Almir Gabriel (PSDB), governava a colônia Brasil o procônsul
americano e príncipe dos sociólogos Fernando Henrique Cardoso. Depois de algumas
horas, o massacre: dezenove sem-terra assassinados. Um deles, o jovem Oziel da
Silva, com apenas 18 anos e líder do acampamento, foi preso, imobilizado, e
assassinado a coronhadas na frente de todos os soldados exigindo que ainda
gritasse: "Viva o MST!" Outros 69 ficaram gravemente feridos, e até hoje padecem
seqüelas que os inutilizaram para o trabalho agrícola. Diante da barbárie
perpetrada pelo Estado brasileiro, a serviço das elites, a Via Campesina
internacional, casualmente reunida na mesma ocasião em sua segunda conferência,
na Cidade do México, declarou então, dia 17 de abril, Dia Internacional de Luta
Camponesa. Desde então, todos os anos, em um número crescente de países, as
organizações camponesas realizam lutas e mobilizações, na luta pela reforma
agrária e na defesa de seus direitos. O massacre de Carajás pelo menos serviu de
motivação a que os camponeses de todo o mundo lutassem mais.
Aqui no Brasil, também temos a obrigação de jamais esquecer essas cenas de
barbárie cometidas por nossa elite. Que brada todos os dias em seus canais de
televisão, contra a barbárie cometida pelos lúmpens, nas cadeias, nas Febens,
nos seqüestros hediondos. Mas se esquece de suas próprias barbáries. Se esquece
de que a proliferação dos lúmpens é apenas produto da barbárie institucional do
sistema capitalista, que organiza a sociedade apenas para o individualismo e a
ganância do lucro. E os pobres, quando resolvem imitar, se transformam também em
bárbaros.
A marcha a Brasília
E neste ano resolvemos conjuntamente - o MST e os movimentos sociais articulados
na Via Campesina Brasil - realizar uma grande marcha a Brasília. Sairemos de
Goiânia, no dia 17 de abril, e vamos caminhar durante vinte dias, até chegar na
capital federal. A novidade dessa marcha não é o fato do caminhar em si, que faz
parte das formas de mobilização camponesa, mas o número de caminhantes.
Reuniremos mais de 10.000 pessoas, homens, mulheres, crianças, vindos de 23
Estados do Brasil, para, reunidos, caminharmos, protestarmos e chamarmos a
atenção da sociedade brasileira, para a grave situação da pobreza e da
desigualdade no campo.
E por que tanto sacrifício?
Deslocar todos os dias 10.000 pessoas - levando junto cozinha, banheiros, água -
em caminhada exigirá um enorme sacrifício de todos os participantes. Mas
sacrifício maior é esperar toda a vida, parados, imobilizados pela pobreza e
pela ignorância. Mobilizar, lutar já é um ato de dignidade contra o sacrifício
social histórico que é imposto aos pobres no país. Vamos caminhar, para chamar a
atenção da sociedade brasileira, quanto ao fato de a reforma agrária estar
parada. Fizemos um acordo com o governo Lula em novembro de 2003, em que o
governo se comprometia a assentar 430.000 famílias em seus três anos de mandato
que ainda restavam. E o governo se comprometia a priorizar as famílias
acampadas. Passou quase um ano e meio, e até agora o governo não honrou seu
compromisso e assentou menos de 60.000 famílias. Faltam vinte meses de mandato e
370.000 famílias a serem assentadas. O governo não está aplicando o plano
nacional de reforma agrária, e aí se dá ao desplante de anunciar cortes no
orçamento, para pagar juros da dívida interna aos banqueiros.
E esse será o segundo motivo de nossa marcha. Sabemos que a realização da
reforma agrária não é apenas uma questão de vontade política ou de compromisso
pessoal do presidente. Depende da política econômica. Depende de um projeto
nacional de desenvolvimento. E estaremos marchando, então, para ir a Brasília
dizer ao governo que mude sua política econômica, se quiser viabilizar a reforma
agrária e resolver os problemas do povo. Todos sabemos que a atual política
econômica é a continuidade da política neoliberal do governo anterior. Os
mandatários do Ministério da Fazenda e do Banco Central são ainda os mesmos
tucanos de oito anos passados. Essa política que se fundamenta na prioridade do
superávit primário, em altas de juros e no estímulo às exportações tem como
resultado apenas: lucros fantásticos aos bancos e às transnacionais.
Concentração de renda e aumento do desemprego. Basta ler os jornais, nem precisa
ser economista para compreender sua natureza. Vamos a Brasília dizer que é hora
de utilizar os 60 bilhões de reais do superávit primário para aplicar em
investimentos que garantam emprego para todos. Aplicar em educação, na
universidade pública e em saúde pública. Vamos dizer que, se eles querem imitar
tanto os Estados Unidos, devem adotar a taxa de juros dos Estados Unidos, que é
de apenas 2,5 por cento e não os 19 por cento que nos cobram. Vamos a Brasília
dizer que nosso povo merece um salário mínimo digno. Economias mais pobres e
menores como a Argentina e Paraguai pagam salários mínimos ao redor de 500
reais. Por que a economia brasileira não pode pagar salários semelhantes? Todos
os meios de comunicação das elites, todos os empresários hipocritamente dizem
defender a distribuição de renda, ora, o aumento do salário mínimo é a medida
mais eficaz para distribuir renda. Por que não aceitam? Vamos a Brasília
defender a idéia de que nosso povo somente se libertará da pobreza e da
desigualdade social, se o governo priorizar de fato a maioria, e garantir que
todo jovem tenha acesso à universidade pública e gratuita. De novo, as elites
aceitam a tese de que a educação deve ser a prioridade. Mas não aceitam que o
governo pare de pagar as dívidas interna e externa e aplique os recursos em
educação.
Vamos a Brasília defender a idéia de que é preciso uma auditoria da dívida
externa, para que o povo saiba o que já foi pago, e o que continuamos a pagar
desnecessariamente. Nosso povo envia anualmente mais de 50 bilhões de dólares em
riqueza para o exterior. Nossa elite mantém 85 bilhões de dólares depositados em
contas no exterior. A Constituição brasileira determina a realização de uma
auditoria da dívida externa. Mas, nesse caso, ninguém exige respeito à
Constituição!
Vamos a Brasília dizer ao Congresso Nacional que é hora de normatizar o direito
do plebiscito popular, das consultas e referendo, previstos na Constituição e
até hoje não regulamentado. O povo precisa ter o direito de exercer o seu
mandato. Os deputados não podem usurpar o direito do povo de decidir. Por isso,
apoiamos o projeto de lei elaborado pela OAB e CNBB, que está tramitando na
Câmara dos Deputados, que normaliza o direito de o povo realizar plebiscito
popular, para decidir todas as questões que julgar necessário.
Vamos a Brasília defender a democratização dos meios de comunicação de massa.
Para que o governo pare de fechar as rádios comunitárias. Não haverá democracia
sem que o povo e suas formas de organização social não tenham direito a
informação. E, para isso, as rádios, as televisõs comunitárias são fundamentais,
assim como democratizar as concessões públicas de televisão.
Vamos a Brasília dizer que somos contra o acordo da ALCA, e pedir que o governo
retire do Haiti nossos soldados. O povo do Haiti precisa ser soberano, para ele
mesmo decidir sobre seu futuro. O povo do Haiti precisa de nossa ajuda
humanitária, não de soldados.
E, para dizer tudo isso em Brasília, esperamos contar com a participação de
todos vocês. No dia 3 de maio chegaremos a Brasília e realizaremos uma grande
passeata para entregar aos três poderes nossas demandas.
João Pedro Stedile é dirigente do MST e da Via Campesina Brasil.
NOTA: A MARCHA FOI ADIADA PARA INICIAR DIA 1 DE MAIO, EM GOIANIA E CHEGARA dia
17 de maio em Brasilia.
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MIEMBRO DE LA 'FELAP'
‘El gran poder mundial no ha encontrado aún el arma para destruir los sueños.
Mientras no la encuentre, seguiremos soñando, es decir, seguiremos triunfando’
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El ex-miembro de las Juventudes Hitlerianas gobernará la Iglesia Católica con el
nombre de Benedicto XVI
El cardenal alemán Joseph Ratzinger, de 78 años de edad, fue elegido como el
pontífice 265 de la Iglesia Católica. Su nombre: Benedicto XVI.
El ultraderechista Joseph Ratzinger será el nuevo papa
El Mundo/BBC/Rebelión.
Abril 19 de 2005…
La elección del nuevo pontífice se ha producido en la cuarta votación, en el
segundo día de cónclave. La fumata blanca salió de la chimenea de la Capilla
Sixtina a las 17.50 horas. Minutos después, las campanas han comenzado a repicar
en la Plaza de San Pedro confirmando la esperada noticia.
No ha habido sorpresa, Juan Pablo II dejó atado y muy bien atado su sucesión,
para ello eligió quien fué su mano derecha durante su mandato, el cardenal
Joseph Ratzinger, ideólogo de la reacción eclesial tras el Concilio Váticano II.
Ratzinger nació en 1927 en el seno de una familia bávara tradicional. Su padre
era policía y muy religioso.
Ratzinger debió interrumpir sus estudios al estallar la Segunda Guerra Mundial,
durante la cual fue asignado a una unidad antiaérea en Munich siendo miembro de
las juventudes hitleristas, algo a lo que -según él- fue forzado.
Sus simpatizantes dicen que su experiencia bajo el régimen nazi lo convenció de
que el Vaticano debía tener una fuerte posición respecto de la verdad y la
libertad.
Tras ser ordenado sacerdote, Ratzinger apoyó el Concilio Vaticano II en la
década de los 60 y su espíritu de convertir a la iglesia en una institución más
abierta.
Más tarde, siendo profesor en la ciudad alemana de Tubinga, Ratzinger vivió de
cerca las protestas estudiantiles y hay quienes dicen que allí se definieron
muchas de sus posturas ulteriores.
Por ejemplo, durante una de sus disertaciones ocurrió un incidente que lo marcó,
según un testigo: los alumnos se levantaron y tomaron el micrófono en violación
de las normas universitarias, algo que irritó a Ratzinger.
El Panzerkardinal, como le llaman en Roma, fue uno de los colaboradores más
estrechos del Papa y, a menudo, considerado como el auténtico número dos de la
Iglesia, por encima incluso del Secretario de Estado, cardenal Angelo Sodano.
Profundamente asociado al pontificado del Papa polaco, la figura de Ratzinger
pasará a la Historia como la del teólogo que le ayudó a poner orden en la
Iglesia y a decapitar primero y domesticar después a la Teología de la
Liberación.
En 1984, las condenas formales de la Teología de la Liberación realizadas por el
cancerbero de la fe permitieron a la derecha católica dejar fuera de juego a
toda una corriente innovadora en el campo pastoral, teológico, catequético y
social, destrozando casi en el huevo la idea de una Iglesia más popular y más
fiel al Evangelio de los pobres.
Ratzinger impuso una rigidez doctrinal total a la vida intelectual de la Iglesia
y una dinámica de control a ultranza de los teólogos. Y el miedo se instauró
entre sus filas. Amonestados, perseguidos, vigilados, en una institución
intelectualmente inhabitable, los pensadores de la Iglesia optaron por marcharse
(Leonardo Boff), callarse (Gustavo Gutiérrez) o romper la baraja (Hans Küng).
El culmen de la represión teológica se alcanza con la publicación del «Catecismo
de la Iglesia católica» y, sobre todo, con la «Dominus Iesus», un documento de
Ratzinger, en el que se atribuye en exclusiva a la Iglesia católica la posesión
de la verdad y de la salvación. La vuelta del axioma tridentino de que «fuera de
la Iglesia no hay salvación». Un documento tan desafortunado que hasta
protestaron contra él varios cardenales.
Más aún, Ratzinger silenció con medidas autoritarias todas las cuestiones
teológicas debatidas: celibato de los curas, estatuto del teólogo, papel de los
laicos, praxis penitencial, comunión para los divorciados, preservativo contra
el sida o fecundación artificial.
Impuso la tesis del romanocentrismo, descafeinó la colegialidad y el poder de
las Conferencias Episcopales, reduciéndolas a meras sucursales de la Curia, y
zanjó casi como dogmático el eventual acceso de la mujer al sacerdocio. En
definitiva, Ratzinger desactivó el Concilio.
Y eso que en época del Vaticano II (1962-1965), Ratzinger formaba parte del ala
progresista de la Iglesia, aunque pronto se pasó al bando conservador. En el
cónclave ha dirigido al partido de la Restauración, el del tradicionalismo
legalista, junto a la ristra de movimientos neoconservadores (Opus Dei, Comunión
y Liberación, Legionarios de Cristo...). El wojtylismo sin Wojtyla.
A sus 78 años, el Panzerkardinal conserva el encanto de una gran personalidad.
Otros, sin embargo, le dibujan como un Jano bifronte. A Ratzinger no le gusta el
optimismo ni la fe en la bondad humana del Vaticano II. Le obsesiona el pecado
y, como su compatriota Lutero, está «hipnotizado por el mal»...
Sr. Marcos Jesus Concepcion Albala
Direccion Internacional de Informacion Argos
MIEMBRO DE LA 'FELAP'
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Temario:
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Fecha: Mon, 11 Apr 2005 02:13:12 -0300 (ART)
Asunto: Re: SIMÓN TRINIDAD
carls <carls1974@...>
ESTA DENUNCIA LA ENVIAREMOS A TODA NUESTRA RED
carls <carls1974@...> wrote: SIMÓN TRINIDAD
Aislado en una celda de 1,50 por 3 metros que sólo tiene una cama de hierro, un
colchón, un lavamanos y un inodoro; sin opción de lecturas, llamadas
telefónicas, papel para escribir o visitas personales; con una intensa luz
artificial blanca que nunca se apaga; sin relojes ni instrumento alguno para
medir el tiempo, permanece en una hermética cárcel de Virginia, en Estados
Unidos, el extraditado guerrillero de las FARC Simón Trinidad.
Cada cinco días tiene opción de bañarse, y cuando lo hace es llevado a la ducha
encadenado de pies y manos y se le encierra con candado. Cuando es requerido por
los abogados, esposado y con cadenas es conducido a un cubículo y, máximo media
hora, conversa vía telefónica, sin contacto físico y separado de sus
interlocutores por un vidrio. Recibe tres comidas al día, con dieta balanceada,
en empaques de cartón o icopor y con cubiertos desechables.
Su único vestido es un uniforme de color anaranjado con medias blancas de lana y
zapatillas de tela azul con suelas de caucho blanco. En su pabellón de máxima
seguridad hay 20 celdas más, pero ninguno de los presos tiene un segundo de sol
ni opción de aire libre. La temperatura está regulada por un sistema de aire
acondicionado y existe otro de calefacción central. No hay televisión ni música,
y mucho menos espacio para practicar algún deporte.
Como no hay horarios ni momentos de oscuridad, los presos duermen de día o de
noche. Con excepción del guerrillero Simón Trinidad, los demás prisioneros son
de raza negra. A veces gritan, en otras ocasiones insultan a los guardianes,
también negros, o de repente unen sus voces y entonan cantos religiosos
aprendidos en las iglesias. También se rompe el silencio con letanías de
memorizados versículos de La Biblia o enseñanzas del Corán.
Por su condición de acusado de narcoterrorismo, los guardianes extreman su
vigilancia al guerrillero. Por eso, cuando acude a revisión médica o a consulta
con abogados, es escoltado por tres guardias armados y las áreas donde permanece
son despejadas. Cuando regresa a su celda, además de los elementos de aseo, lo
único autorizado es un libro de inglés básico. Pero tiene dificultad para
consultarlo porque no ha recobrado sus gafas.
El procesado
Desde el pasado 31 de diciembre, fecha en que fue extraditado a Estados Unidos,
Simón Trinidad afronta el rigor de la justicia norteamericana. Aunque en el
mismo avión que lo condujo a Washington el guerrillero le dijo a un agente del
FBI que de su parte no habrá colaboración, ni ayuda, ni nada parecido, el agente
le aclaró que lo consideran una pieza clave para obtener la liberación de los
tres norteamericanos en poder de las FARC.
El mismo día, antes de concluir el año 2004, esposado y encadenado desde la
cintura a los pies, fue llevado al Palacio de Justicia de Washington, donde le
designaron abogado de oficio, conoció a los dos fiscales que lo acusan y en
audiencia pública le leyeron los cargos en su contra: narcotráfico, toma de
rehenes y terrorismo. El guerrillero Simón Trinidad se declaró inocente y el
juez fijó una segunda audiencia para el 5 de enero.
El miércoles 5 de enero volvió a la Corte. Con traducción simultánea le
ampliaron los cargos. Al concluir la diligencia, los fiscales advirtieron que el
procesado es de altísima peligrosidad para la sociedad americana, y lo
sindicaron de ser jefe de una organización terrorista y traficante de droga por
toneladas. De inmediato el juez le negó cualquier opción de libertad bajo fianza
y ordenó su reclusión en una cárcel de máxima seguridad.
Antes de la tercera audiencia, del 9 de febrero, los abogados de la defensa
acudieron cinco veces a la cárcel a explicarle a Simón Trinidad cómo funciona el
sistema judicial norteamericano y escuchar sus argumentos. En la tercera
audiencia el juez ordenó estudiar el primer cargo: toma de rehenes. Los fiscales
presentaron sus pruebas y el juez aplazó el caso por seis meses para establecer
más evidencias. Desde entonces el guerrillero aguarda en su celda.
Sin correspondencia ni opción de estudio. Con escasos o nulos contactos con su
familia. Atento a cualquier dato que le suministren sus abogados de Estados
Unidos y Colombia, pendiente de regular su aplazado tratamiento médico para la
próstata, y a la expectativa de que se le permita el ingreso de libros, que sólo
podrá comprar directamente a las editoriales y recibirlos por correo, siempre y
cuando sus carátulas no sean de tapa dura.
Así vive el extraditado guerrillero Simón Trinidad. Lejos de la guerra o de la
negociación política, dedicado a pensar en que sus pruebas documentales puedan
repatriarlo algún día, a la saga de noticias de los 96 procesos penales que lo
esperan en su país y pendiente de la lista de teléfonos y correos electrónicos
que le prometió devolver un agente de la Dijín horas antes de abordar el lujoso
jet que lo llevó a Estados Unidos.
Lo demás son recuerdos de sus andanzas y peleas. Como su último forcejeo en la
cárcel de Cómbita, ad portas de ser enviado a EEUU, cuando se empecinó en lucir
un buzo con la imagen del libertador Simón Bolívar, hasta que ocho guardias del
Inpec, de casi dos metros de estatura cada uno, lo sujetaron como un muñeco, le
quitaron el suéter, lo vistieron de camuflado y lo dejaron listo para su viaje
al insondable mundo de los extraditados.
'Sonia' y 'El Señor', a la espera
En el mismo callejón donde esperaron impacientemente, a finales del año pasado,
el negociador de las FARC Simón Trinidad y Gilberto Rodríguez Orejuela, del
extinto cartel de Cali, están hoy también Miguel Rodríguez - El Señor- y la
guerrillera Omaira Rojas Cabrera o Sonia cuya extradición fue aprobada por la
Sala Penal de la Corte Suprema de Justicia el pasado 23 de febrero. Simón y
Gilberto Rodríguez fueron enviados a Estados Unidos en diciembre de 2004, en
tanto que los dos últimos aguardan que el presidente Alvaro Uribe Vélez, en
menos de 15 días, avale o no su extradición al mismo país, donde los procesarán
por narcotráfico. Aunque después de la autorización del Ejecutivo, que se
considera como un hecho, ambos tendrán cinco días para imponer el recurso de
reposición, de hecho, nada haría cambiar que la justicia estadounidense los
procese.
Juicios con audiovideos
Si bien a Simón Trinidad le puede esperar un largo juicio en Estados Unidos, su
situación jurídica en Colombia tampoco es muy optimista. Al momento de su
extradición, además de una condena a 81 meses de prisión por el delito de
rebelión, sentencia proferida por un juez especializado de Valledupar, le
quedaron pendientes 96 procesos más. 'Hasta por el robo de un caballo en Guasca
está sindicado', comentó uno de sus abogados, Oscar Silva Duque. El abogado
presentó una tutela en el Consejo de la Judicatura, en busca de la repatriación
del guerrillero, pero fue negada el pasado 3 de febrero. Sin embargo el Consejo
de la Judicatura dispuso que Simón Trinidad debe ser notificado en EEUU de todo
lo que suceda penalmente en Colombia, y cuando deba comparecer en juicio, las
autoridades deben utilizar medios electrónicos o audiovideos para escucharlo.
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CARTA O BERRO
Lançamento e Noite de Autógrafos
Da “Primeira Antologia da Ordem dos Velhos Jornalistas”
“Com os mais justificados aplausos é que vemos publicada a primeira Antologia da
Ordem dos Velhos Jornalistas.
Trata-se, como se percebe, de seleta reunião, em prosa e verso, com os
florilégios da inteligência e da cultura de brilhantes cultores, que são, das
letras jornalísticas, itinerantes no manejo desses estilos.
Como se há de perceber, trata-se de nomes de jornalistas de realce, conhecidos
no manejo da palavra escrita, construtiva, apreciada.
Esta publicação seletiva é a primeira iniciativa que colherá, por certo, frutos
opimos a exalçar a tradicional Ordem dos Velhos Jornalistas, consagrada já,
tantas vezes apreciada nos seus trabalhos e seus pronunciamentos em benefício da
nossa sociedade, no desenvolvimento do seu progresso e renome, de culto à Língua
e sua humanização.”
Rubem Cione
(Presidente Honorário da Ordem dos Velhos Jornalistas).
Local:
Câmara Municipal de Ribeirão Preto
Às 20,30 horas
Dia 22 de abril de 2005
[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
Fecha: Mon, 11 Apr 2005 19:00:20 -0300 (ART)
Asunto: : LA TRAMA CIA-OPUS DEI- MAFIA
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FONT-FAMILY: "Times New Roman"; mso-style-parent: ""}SPAN.texto12 {
}SPAN.fourpix { }PRIMERA GUERRA GLOBAL IMPERIALISTA
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Informe especial
Luciani: el Papa que debía morir
La trama CIA-Opus Dei-mafia financiera en el Vaticano
Cómo llegó al poder de Roma el Papa Juan Pablo II. Cuál fue el papel de
Washington, la CIA, la ultraderecha clerical y la mafia italo-norteamericana en
su designación y en el asesinato del Pontífice que lo precedió. Cómo se ligan
los intereses estratégicos de EEUU con su papado, y cuál fue el rol del Vaticano
en la financiación del aparato paramilitar que asesinó y torturó a militantes y
a sacerdotes católicos rebeldes en Latinoamérica. Cómo se inserta el Opus Dei en
la estructura del poder clerical de Roma, y cuál es el escenario de poder real
que se movía detrás del "Papa mediático" mitificado y endiosado por los
gobiernos y las multitudes.
El ascenso al sillón de Pedro de Albino Luciani, en 1978, con sus postulados
"renovadores" representó un golpe inesperado para los sectores más
ultra-reaccionarios -vinculados con Washington, el Opus Dei, la mafia y el
lavado de dinero- que recorrían los pasillos vaticanos intrigando para imponer
al conservador arzobispo genovés Giussepe Siri.
Juan Pablo I, un "revolucionario" de la Iglesia Católica, según los
"vaticanistas", fue el primer Papa con dos nombres, gesto que adoptó para honrar
la memoria de sus dos predecesores, Juan XXIII y Pablo VI.
La apertura de la Iglesia hacia su "izquierda renovadora" produjo los
pontificados de Juan XXIII y de Pablo VI, y amenazaba su continuidad expansiva
con el apostolado de Albino Luciani, que chocaba con los intereses entronizados
de la cúpula del poder mafioso encaramado en el Vaticano, de los cuales se valía
Washington para irradiar sus estrategias de expansión en el seno de la Iglesia
Católica.
Contrariamente a lo que pronosticaban los conocedores de las intrigas vaticanas,
Luciani accedió a la jefatura de la Iglesia Católica en 1978, por encima del
polaco Wojtyla al que, muchos, incluido el propio Luciani, consideraban número
puesto como futuro Papa impuesto por el establishment del poder curial.
El secretario de Estado del Vaticano Jean Villot, un operador de Washington y de
la mafia financiera en la "Santa Sede", declaraba públicamente antes del ascenso
de Luciani:“he encontrado al futuro papa: será el cardenal Wojtyla”.
En septiembre de 1978, Mino Pecorelli, un periodista escribió un artículo
titulado El Gran Alojamiento del Vaticano.
La lista, en gran parte, estaba integrada por cardenales, obispos, y prelados de
alto rango. Los nombres de Jean Villot, su Ministro de Asuntos Exteriores, el
cardenal Paul Marcinkus, jefe del Banco del Vaticano, y Pasquale Macchi, su
secretario personal estaban en la nómina.
Gracias al trabajo realizado por Giovanni Bennelli, que había sido hombre de
confianza de Pablo VI, el 89% de los votos del cónclave fueron a favor de
Luciani (Juan Pablo I), cuyo perfil continuador de la política de su antecesor
provocó la desilusión y la indignación del lobby de los cardenales más
derechistas.
Por suerte para estos sectores, el "papa de la sonrisa" sólo duró 33 días en el
pontificado, lo que dio lugar a versiones de un complot contra su vida, algunos
basados en simples rumores y otros sustentados en las declaraciones públicas de
personajes clave que desmintieron la versión oficial sobre el súbito deceso de
Luciani.
Sus ideas de "cambio" nunca llegaron a hacerse realidad ya que murió el 28 de
septiembre de 1978, apenas 33 días después de haber sido electo, en lo que fue
el segundo papado más breve de la historia desde León XI, quien murió en abril
de 1605, menos de un mes después de su elección.
La muerte de Luciani, se produjo en pleno desarrollo de la Guerra Fría que
libraban Washington y Moscú por áreas de influencia. Principalmente en el
contexto latinoamericano donde la teología de la liberación -nacida al calor del
reformismo eclesiástico- se había convertido en la biblia de los llamados "curas
rebeldes" del tercer Mundo.
En América Latina, las dictaduras militares "anticomunistas" formadas en la
Escuela de las Américas y en la "Doctrina de Seguridad Nacional", desarrollaban
su "guerra antisubversiva" comulgando en la iglesias de la ultraderecha
católica.
La jerarquía católica conservadora latinoamericana, imbuida de la "Doctrina de
Seguridad Nacional" impulsada por Washington y el Pentágono, acompañaba y
santificaba las andanzas represivas de las dictaduras militares nacidas por
golpes de Estado impulsados desde el Departamento de Estado norteamericano, tal
como se demostró en los documentos revelados recientemente.
Toda esa política del Vaticano, fue avalada y consentida por el sucesor de
Albino Luciani, Juan Pablo II, quién se prestó al exterminio militar del
"comunismo ateo" en América Latina, de la misma manera que se plegó a la "guerra
anticomunista" que Washington y la CIA habian lanzado para desestabilizar a la
burocracia soviética y establecer el mercado capitalista en las repúblicas
socialistas de Europa del Este.
Años después, el Papa polaco que sucedió a Luciani avaló con su silencio los
feroces bombardeos y la invasión a Yugoslavia, punta de lanza de la conquista de
los mercados de Europa del Este, lanzada por la administración Clinton al
principio de los 90.
Con la llegada de Ronald Reagan al gobierno de EEUU, al principio de los 80
(teniendo como vicepresidente al padre del actual presidente, George Bush) se
profundiza la relación de las mafias de las drogas y las armas con la estrategia
de Washington, en cuyo entramado la CIA transplantó, con los Contras
nicaragüenses, la metodología operativa del Irangate en América Latina.
Tras su muerte en 1978, la teoría del "envenenamiento" de Luciani (el Papa Juan
Pablo I) comenzó a circular off the récord por los pasillos del Vaticano
convirtiéndose en la comidilla secreta y a media voz de los grandes círculos del
poder internacional.
Los rumores siguieron acumulándose y casi se convirtieron en evidencia al
negarse Jean Villot, secretario de Estado del Vaticano, a realizar la autopsia
al cadáver del Papa Albino Luciani.
"Debo reconocer con cierta tristeza que la versión oficial entregada por el
Vaticano despierta muchas dudas", señaló el cardenal brasileño Aloisio
Lorscheider a The Time, el 29 de septiembre de 1998.
Diez años antes, el irlandés John Magree, que había sido secretario privado de
Luciani, negó que él hubiese encontrado el cadáver del papa muerto, sino la
hermana Vicenza.
Según sostiene Cristóbal Guzmán en su libro Opus Dei, la entronización del
fanatismo, la historia fue recogida por John Cornwell en A thief in the night,
donde sostiene que nadie en el Vaticano se preocupó de la enfermedad de Luciani.
Por su parte, el investigador británico David Yallop va más lejos y es
partidario de la versión del asesinato.
Según sus biógrafos, desde el momento en que accedió al trono de Pedro, Juan
Pablo I hizo constantes y obsesivas "predicciones" -a sus amigos y colaboradores
más fieles- de que su papado sería corto.
El obispo irlandés John Magree (señalado en un principio como el descubridor del
cadáver de Luciani), recuerda en el libro Un ladrón en la noche: la muerte del
Papa Juan Pablo I: “Estaba constantemente hablando de la muerte, siempre
recordándonos que su pontificado iba a durar poco. Siempre diciendo que le iba a
suceder el extranjero”. El "extranjero" era el polaco Wojtyla.
El propio Magree, secretario personal de Juan Pablo I, y amigo del poderoso
cardenal Paúl Marcinkus, cuenta que, poco antes de morir, el papa le dijo: “Yo
me marcharé y el que estaba sentado en la Capilla Sixtina en frente de mí,
ocupará mi lugar.
Luego se dijo que fue el propio Wojtyla, ya convertido en Juan Pablo II, quién
confirmó a Magree que, en el momento de la elección papal , él se encontraba
casi de frente a Luciani.
Los hermanos Gusso, camareros pontificios y hombres de la confianza del Papa
Luciani, fueron destituidos unos días antes de su fallecimiento, a pesar de la
oposición del secretario papal, Diego Lorenzo.
Al parecer, también por esos días una persona logró introducirse en los
aposentos del Papa, dejando en evidencia la falta de seguridad en el Vaticano.
Complementando estas extrañas señales, un médico vaticano advirtió al Papa días
antes de su muerte que “tenía el corazón destrozado”.
Albino Luciani -dicen sus biógrafos- no tomó en cuenta este diagnóstico y
continuó desarrollando sus actividades en los que serían sus últimos días de
vida.
La "Santa Mafia" y la CIA
No bien asumió su apostolado el Papa Juan Pablo I (Albino Luciani) , elegido en
ese mismo año 1978, había decidido que la Iglesia no debía entrometerse en
asuntos políticos, despegando al Vaticano de la trama del dinero sucio que
ingresaba por vías de la política italiana, principalmente de la democracia
cristiana, que tradicionalmente se valió del Vaticano para acceder al gobierno.
Según denuncia el periodista alemán Jürgen Roth, desde 1983 “Bettino Craxi, ex
presidente italiano socialista, también fue corrompido con millones de dólares ,
en sus cuatro años en el cargo aseguró mediante decretos del Gobierno, entre
otras cosas, el imperio mediático de Silvio Berlusconi”, hoy en la riendas del
gobierno italiano.
William Colby, jefe de la CIA entre 1973 y 1976, declaró en sus memorias que “la
mayor operación política asumida por la CIA fue prevenir el avance comunista en
Italia en las elecciones de 1958, impidiendo así que la OTAN fuese amenazada
políticamente por una quinta columna subversiva: el PCI”.
En 1972, ejerciendo como cardenal de la diócesis de Venecia, Albino Luciani toma
acabada conciencia de la corrupción mafiosa imperante en el Vaticano, durante un
encuentro con el poderoso monseñor Paúl Marcinkus.
El jefe de la administración vaticana había vendido la Banca Católica del Véneto
al Banco Ambrosiano de Roberto Calvi sin consultar al obispado de esa región, es
decir, al obispado comandado por el propio Luciani.
Cuando se convirtió en Papa, Luciani preguntó por qué la Iglesia se desprendía
de una banca que se dedicaba a ayudar a los más necesitados con préstamos a bajo
interés.
El entonces secretario de Estado, Giovanni Benelli, le contó de la existencia de
un acuerdo secreto entre Roberto Calvi, Michele Sindona y Marcinkus para
aprovechar el amplio margen de maniobra que tenía el Vaticano para realizar
evasión de impuestos, movimiento legal de acciones, etc.
La reacción de Luciani, recogida en el libro “Con el corazón puesto en Dios:
intuiciones proféticas de Juan Pablo I”, es de una enorme decepción: “¿Qué tiene
todo esto que ver con la iglesia de los pobres? En nombre de Dios...” preguntó
Luciani. Benelli, le interrumpió con un “no, Albino, en nombre del dividendo”.
Unos años antes, a principios de los setenta, Roberto Calvi, había comenzado una
exitosa ascensión en el mundo de las finanzas italianas de la mano de su
benefactor, Michele Sindona.
Según diversas investigaciones, fue Sindona quien introdujo a Calvi en los
círculos del poder vaticano, en asociación con monseñor Marcinkus, uno de los
más firmes aliados de la mafia italo-norteamericana en el Vaticano.
De acuerdo a las investigaciones realizadas por Yallop, Gurwin, Sisti, Modolo,
Di Fonzo, Piazzesi, Bonsanti, Doménech y Rupert Cornweil, la mafia
italo-norteamericana utilizó las instituciones financieras del Vaticano para
blanquear dinero sucio procedente del tráfico de drogas y de armas, así como de
otras actividades delictivas.
Las investigaciones del proceso emprendido por la Justicia italiana, demostraron
que el estado Vaticano sirvió durante más de una década como paraíso fiscal,
siendo el IOR (Instituto para las Obras de Religión, también llamado Banco
Vaticano), aprovechado por la masonería para enviar el dinero a cuentas en
Sudamérica (sobre todo Argentina) y Centroamérica.
Según quedó demostrado en el sumario instruido en Italia a principios de los
años ochenta, la conexión Banco Ambrosiano-Banco Vaticano fue la vía a través de
la cual Licio Gelli, jefe agente de la CIA, ingresó al núcleo de personas
influyentes en la Santa Sede.
El sacerdote católico español Jesús López Sáez relata en su libro “El día de la
cuenta”, que Pablo VI en relación al ingreso de Licio Gelli decía: “el humo de
Satanás entró en la Iglesia”.
Según afirma López Sáez en su libro, la alianza Vaticano-EEUU--mafia
siciliana-Cosanostra se había gestado al comienzo de la Guerra Fría impulsada
por la necesidad de enfrentar al enemigo común: el comunismo soviético.
Documentándose en libros como “El fantasma del pasado”, de Flamigni, Sáez afirma
que la mafia siciliana fue una especie de gobierno secreto estadounidense al
finalizar la II Guerra Mundial, establecido para impedir la extensión del
comunismo.
Según López Sáez la estructura mafiosa del Vaticano estaría controlada
directamente por la CIA, a la que habría pertenecido Licio Gelli, el “príncipe
de las tinieblas”, en aquella época de la historia italiana.
Según el periodista italiano Ennio Remondino, el ex colaborador de la CIA,
Richard Brenneke, afirmaba que "Gelli había trabajado para la CIA recibiendo a
cambio enormes sumas de dinero" .
Según esa versión, ese dinero era utilizado para financiar operaciones
especiales de la CIA con el terrorismo en los años setenta, cuyo origen eran
el tráfico de drogas y de armas controlado por la agencia norteamericana, y
cuyo objetivo se orientaba a desestabilizar o a derrocar a gobiernos
"pro-comunistas" u hostiles a Washington, principalmente en el patio trasero
latinoamericano.
Una gran parte de las operaciones del "Contra-Gate" (según se dice, dirigida en
las sombras por el entonces vicepresidente de Reagan George Bush, padre del
actual presidente) se realizó mediante las redes financieras de la mafia
ítalo-norteamericana infiltrada en el Vaticano.
En el sumario abierto contra Roberto Calvi, se habla de que el Banco Ambrosiano
habría sido un trampolín al servicio de la CIA y la mafia para distribuir
cantidades siderales a las formaciones paramilitares "anticomunistas"
controladas por la CIA, con la complicidad de las ventajas fiscales del
Vaticano.
Esas fabulosas sumas de dinero fueron canalizadas a través de paraísos fiscales
como Panamá o Nassau, que después servirían para financiar todo tipo de
operaciones secretas (asesinatos de militantes y dirigentes de izquierda, golpes
de Estado, desestabilización de gobiernos, etc), fundamentalmente en América
Latina.
El ex dictador panameño Noriega, un agente de la CIA , intentó sin suerte que el
Vaticano intercediera para su liberación tras ser derrocado de la presidencia de
Panamá.
Según sus biógrafos, cuando llegó a Roma el Papa Luciani, quien soñaba con una
reforma profunda de la Iglesia, venía dispuesto a cortar de raíz las conexiones
financieras, políticas y doctrinales de la mafia italo-norteamericana en el
Vaticano.
En el libro de Camilo Bassoto “Mi corazón está todavía en Venecia”, se
transcriben las siguientes palabras del Papa Luciani: “sé muy bien que no seré
yo el que cambie las reglas codificadas desde hace siglos, pero la Iglesia no
debe tener poder ni poseer riquezas".
Cuando Juan Pablo I accede a la jefatura de la Iglesia católica decide destituir
a Paúl Marcinkus y renovar íntegramente el Banco Vaticano.
Según relata Camilo Bassoto, periodista veneciano y amigo personal de Juan Pablo
I, Luciani “pensaba tomar abierta posición, incluso delante de todos, la mafia,
publicar cartas pastorales sobre la mujer en la iglesia y la pobreza en el
mundo”.
Luciani se disponía, en definitiva, a revisar toda la estructura de la Curia
contaminada por la mafia y los servicios de inteligencia con terminal en
Washington.
“Aquella que se llama sede de Pedro y que se dice también santa no puede
degradarse hasta el punto de mezclar sus actividades financieras con las de los
banqueros.... Hemos perdido el sentido de la pobreza evangélica: hemos hecho
nuestras las reglas del mundo”, fueron sus palabras al llegar, según el
periodista.
Eso lo convirtió inmediatamente en "el hombre que debía morir".
Washington, el Opus Dei y el Papa "anticomunista"
Eliminado (por "muerte súbita") el Papa Luciani, y con la promoción del polaco
Wojtyla al trono de Pedro se favoreció, "casualmente", la salida que buscaban
el Opus Dei y otros movimientos integristas vinculados a la mafia
italo-norteamericana para seguir expandiendo su control sobre el cuerpo
corrupto de la plana mayor del Vaticano.
Cuatro años después, el Opus Dei y sus socios de la ultraderecha clerical vieron
disiparse el último nubarrón con la desaparición de Giovanni Bennelli , el
último opositor a la influencia creciente de la organización de Escrivá con sus
redes mafiosas extendidas hasta Washington.
Tras la muerte de Luciani, Juan Pablo II alcanza la jefatura del Vaticano en el
año 1978, en pleno desarrollo de la Guerra Fría por áreas de influencia entre
Washington y Moscú.
El perfil "anticomunista" de Wojtyla, su apostolado "anti-rojo" en Polonia,
calzaba a la medida de los intereses de Washington y de las mafias financieras y
de las drogas que hacían sus negocios con los gobiernos ultraderechistas
embarcados en la "guerra contra el comunismo", tanto en América Latina como en
el resto de los llamados países del Tercer Mundo.
Con la muerte de Luciani, el polaco Juan Pablo II, el "Papa del Opus Dei", ya
tenía el paso libre para acometer su involución doctrinal y perseguir los dos
principales objetivos políticos trazados: impartir la extremaunción a los
regímenes de Europa del
Este y bendecir a los militares golpistas y represores que perseguían a los
Teólogos de la Liberación en América latina.
En esa persecución feroz fueron asesinados, entre otros, monseñor Oscar Romero
(1980) e Ignacio Ellacuría (1989), éste junto a otros cinco jesuítas de la UCA y
dos mujeres,quienes fueron masacrados por los escuadrones de la muerte con
complicidad del ejército salvadoreño.
Juan Pablo II, nunca escuchó a Monseñor Romero en sus súplicas para que
intercediera ante sus verdugos.
Curiosamente, Juan Pablo II había despedido a Monseñor Romero, unos meses antes
de su muerte, después de una audiencia en torno a las violaciones de los
derechos humanos con un “no me traiga muchas hojas que no tengo tiempo para
leerlas... Y además, procure ir de acuerdo con el gobierno”.
Como relata López Sáez en su libro, Monseñor Romero salió llorando de la
audiencia papal, mientras comentaba “el Papa no me ha entendido, no puede
entender, porque El Salvador no es Polonia”.
La conexión entre el Vaticano, EEUU y la mafia italo-norteamericana con el Papa
Juan Pablo II, fue favorecida por a obsesión que atenazó a Wojtyla desde mucho
antes de su llegada al poder: acabar con el comunismo "ateo", el sistema en el
que había vivido y que todavía seguía vigente en su patria polaca.
La alianza del Vaticano con Washington -impulsada por los lobbystas del Opus Dei
y la Casa Blanca- ayudó a inclinar la victoria del capitalismo sobre la URSS.
Juan Pablo II fue el cruzado de la guerra contra el "ateismo rojo" en los países
bajo la órbita soviética y su prédica contribuyó a legitimar "espiritualmente"
la invasión capitalista a las regiones comunistas de la ex URSS.
Durante la gestión de Juan Pablo II el Opus adquirió un enorme poder en Roma.
Su ascensión se vio coronada en 1992 por la beatificación de Escrivá de Balaguer
(el fundador del Opus Dei) por parte de Juan Pablo II -amigo de larga data de la
organización- apenas diecisiete años después de su muerte y luego de un proceso
expeditivo, donde sólo se tuvieron en cuenta los testimonios positivos.
Sanjuana Martínez, en un artículo referido al libro Opus Dei, la telaraña del
Poder, señala que durante el papado de Juan Pablo II hay un beneficiario: el
Opus Dei. Su estatus de "diócesis supranacional" institucionalizó su poder y
radicalizó la guerra intestina en el Vaticano.
Los ejemplos concretos -señala Martinez- son contados por el grupo Los
Discípulos de la Verdad en el libro A la Sombra del Papa Enfermo. Los escándalos
en el pontificado de Juan Pablo II y la lucha por la sucesión, publicado por
Ediciones B.
En el capítulo titulado Los pecados del Papa Wojtyla el libro hace un recorrido
por los escándalos de corrupción, los negocios ilegales y los apoyos del
Vaticano a los regímenes dictatoriales de, entre otros, América del Sur.
En el apartado titulado "El obispo 007" detalla las responsabilidades de Juan
Pablo II en el escándalo financiero del banco pontificio IOR-Ambrosiano,
dirigido por Monseñor Paul Marcinkus, confirmado en su puesto por Wojtyla.
"La quiebra del Banco Ambrosiano fue una colosal estafa que costó a los
acreedores y a los contribuyentes italianos 287 millones de dólares y a los
fieles de la Iglesia al menos 241 millones de dólares. La estafa fue posible por
la objetiva connivencia de la banca papal, y el IOR sólo pudo ser cómplice
gracias a la anuencia --implícita o explícita-- de Juan Pablo II.
El escándalo del IOR-Ambrosiano costó la vida a Roberto Calvi. Si se trató de un
suicidio, "monseñor Marcinkus estuvo entre quienes empujaron a Calvi a su
desatinado gesto".
En cualquier caso, "el pontífice polaco no pronunció una sola palabra de
cristiana congoja ni de humana piedad por la muerte violenta del banquero
católico, que durante tantos años había negociado en nombre y por cuenta de las
finanzas vaticanas, señala Martínez en su artículo.
El misterioso poder del Opus Dei, sus tentáculos en las sombras, es, según los
expertos, el que impone la agenda dentro del sinuoso mundo de los negocios y del
control político sobre el Vaticano en la era de Juan Pablo II.
Su vinculación con la CIA y la mafia italo-norteamericana se intensificó en la
era de la administración Reagan-Bush, debido a sus contactos con la curia
ultraderechista latinoamericana, principalmente en Chile, Argentina, Paraguay y
Centroamérica.
El cardenal Wojtyla era el candidato papal del Opus y en su elección como Papa
cumplió un papel determinante el cardenal König, arzobispo de Viena y hombre
cercano a la organización.
Siendo obispo de Cracovia, monseñor Karol Wojtyla ya viajaba a Roma invitado por
el Opus, que lo alojaba en la bella residencia del viale Bruno-Bozzi N° 73, en
un elegante suburbio de Roma.
Además de la categorización de la Obra y de la beatificación de Escrivá de
Balaguer -dos decisiones que levantaron una ola de críticas en todo el mundo- el
Papa Juan Pablo II se rodeó de miembros del Opus, señalados como vinculados a
los distintos vasos comunicantes de esta organización con Washington y las
redes de la mafia italo-norteamericana.
Según diversas investigaciones reflejadas en el libro del sacerdote católico
López Sáez, con Juan Pablo II en el poder del Vaticano, se desviarían fondos
ilegalmente del IOR, vía Banca Ambrosiana, a la financiación del sindicato
polaco Solidaridad con 500 millones de dólares entregados a Lech Wallesa, el
equivalente político de Wojtyla en Polonia.
El general Vernon Walters, antes de morir, y refiriéndose a Ronald Regan, dijo
que “fue quizá él quien ayudó al Espíritu Santo en la elección de Wojtyla, y
puede que colaborase en la muerte del Papa Luciani”.
Por su parte, Richard Allen, que fue consejero de seguridad del presidente
Reagan, afirmó que “la relación de Reagan con el Vaticano fue una de las más
grandes alianzas secretas de todos los tiempos”.
En realidad, y como queda expuesto en el libro del sacerdote López Sáez, el
ascenso de Wojtila al trono de Pedro había sido decidido a lo largo de la década
de los setenta, en la Casa Blanca y en los círculos del poder económico de EEUU.
López Saez señala que con la ayuda de una profesora universitaria bien
"conectada", Wojtyla fue introducido en los círculos próximos al poder de
Washington a través del cardenal de Filadelfia, Krol, y del renombrado político
Zbigniew Brzezinski (ambos, de ascendencia polaca).
Otras fuentes en el Vaticano señalan que la otra pata decisiva en la conexión
de Juan Pablo II con Washington fue conformada por la relación de su secretario
privado, el arzobispo polaco Stanislaw Dziwisz (señalado como el jefe del "grupo
polaco" que controlaba a Wojtyla) con el establishment de poder norteamericano
"trilateralista" que giraba alrededor de Brzezinski durante la administración
Carter a fines de los 70.
Brzezinski, un personaje de los "tanques de pensamiento" (Think Tank)
norteamericanos, ligado intelectualmente al republicano Henry Kissinger, fue
consejero de seguridad del presidente Carter y se comunicaba epistolarmente con
Wojtyla en forma regular, cuando éste ya era el Papa Juan Pablo II.
Gran admirador de Henry Kissinger, Zbigniew Brzezinski preconizaba una teoría
para debilitar y acorralar militarmente a la Unión Soviética (tesis que siguió
desarrollando tras la caída de la URSS) que sostenía que la mejor manera era la
desestabilización de sus regiones fronterizas y la penetración ideológica,
principalmente a través de la fe católica postergada desde la instalación del
comunismo en las repúblicas soviéticas.
En ese tablero estratégico encajaba perfectamente el ascenso del "anticomunista"
Wojtyla a la jefatura del Vaticano que Brzezinski y el republicano Kissinger, en
alianza con el Opus Dei y los sectores conservadores de la Iglesia Católica,
operaron en Washington y en los cenáculos del establishment de poder
norteamericano.
La figura de Juan Pablo II, por decirlo de alguna manera, "cerraba" los dos
propósitos fundamentales de Washington: abrir el camino a la expansión de sus
trasnacionales en Europa del Este de la mano de la prédica "anticomunista" de
Wojtyla, y apuntalar con el Vaticano a la Doctrina de Seguridad Nacional,
sustento motriz de las dictaduras militares latinoamericanas que combatían al
peligro "subversivo rojo" en la región.
Con la llegada de Reagan al poder, la conexión entre el Vaticano y la Casa
Blanca se haría todavía más estrecha, cuando el ex actor designó entre sus
representantes de política exterior a católicos militantes del Opus Dei, en una
estrategia para aproximarse a la al estado mayor que controlaba la política del
Vaticano.
El Opus tras la sucesión de Juan Pablo II
Años más tarde de la ascensión del polaco Wojtyla al poder, un miembro del Opus
Dei, el español Joaquín Navarro Valls, la cara mediática y el hacedor de la
estrategia comunicativa de Juan Pablo II, se convirtió en uno de los nexos
principales de la administración de George W. Bush (el hijo del ex presidente, y
vice de Reagan, George Bush) con el Papa recientemente fallecido.
Asimismo, Navarro Valls fue clave para que el Vaticano y la curia española
mayoritariamente "opudeísta" acogieran como suya, la alianza del ex presidente
de España, José María Aznar, con el gobierno de Washington.
En diciembre de 1984, Juan Pablo II nombró como nuevo director de la Oficina de
Prensa de la Santa Sede -y como único portavoz papal -al periodista español
Joaquín Navarro-Valls, miembro numerario del Opus Dei.
Esta designación-señalan los expertos vaticanistas- provocó fuertes resistencias
en el interior de la estructura del poder curial, debido a que la influencia
del Opus Dei sobre Papa Wojtyla se había convertido en vox populi de los
pasillos del Vaticano.
El poder e las facciones mafiosas se veía desbordado por la estrategia del
Opus, mediante la cual el "Papa mediático" se dirigía al mundo a través de un
portavoz del Opus Dei.
"En efecto, la Oficina de Prensa de la Santa Sede se transformó enseguida por
obra de Navarro- Valls en un gabinete de dirección mediática.
Navarro-Valls se se convirtió así en el "hombre de confianza" del Papa,
manteniendo una situación de contacto permanente solo igualada por el histórico
secretario privado de Wojtyla, el llamado "jefe del grupo polaco", monseñor
Dziwisz.
En los círculos del poder curial se señalaba que el responsable del nombramiento
de Navarro-Valls como vocero del Papa había sido monseñor Martínez Somalo,
operador político del Opus Dei, contando con la anuencia del secretario Dziwisz.
Según los expertos, la Oficina de Prensa, en manos del Opus Dei, se separó de la
entonces Pontificia Comisión para las Comunicaciones Sociales y se convirtió en
un departamento autónomo de la Secretaría de Estado, bajo las directas órdenes
de Juan Pablo II.
Joaquín Navarro-Valls reestructuró las estructuras de la Oficina de Prensa, que
transformó en un instrumento opusiano dedicado a la proyección de Juan Pablo II
y a la mistificación de las "verdades oficiales" de su apostolado mediático.
El vocero papal del Opus Dei se convirtió en el estratega mediático de Juan
Pablo II en el Vaticano, y sobre todo de sus giras por el mundo, cubiertas por
el aparato de las grandes cadenas internacionales y con millones de dólares
provenientes de los fondos de la Iglesia católica.
En un artículo el "vaticanólogo" Giancarlo Zizola afirma que: "Con el favor del
Papa Wojtyla, en los últimos tiempos el Opus Dei se ha enriquecido con nuevos
campamentos base a partir de los cuales proseguir su escalada hacia más sólidas
posiciones de poder".
Expertos del Vaticano, señalan que la presencia del actual Presidente Bush, y
los ex presidentes Clinton y Bush padre, en el velatorio de Juan Pablo II, fue
una operación urdida por el Opus Dei, contando con Joaquín Navarro Valls como
organizador y ejecutor principal.
El objetivo no sería otro que el de avalar -con la presencia del establishment
político de Washington- las operaciones secretas que están realizando los
miembros del llamado "cuadrilátero vaticano" para imponer un Papa controlado
por el Opus Dei en el cónclave de cardenales a realizarse dentro de dos semanas.
El Opus se valió de ese lobby curial, la troyka del "cuadrilátero" (también
integrado por monseñor Dziwisz y el "grupo de los polacos" que se convirtieron
en custodios del Testamento del Pontífice fallecido) para controlar la mayoría
de la decisiones políticas del Papa Juan Pablo II desde que fuera instalado al
frente de la Iglesia Católica en 1978.
Sus operadores más representativos en el cónclave de elección papal son los
cardenales Sodano, Herranz, y Ratzinger, quienes se encargarán de que en el
Vaticano siga reinando un Papa (de la ideología que sea) potable a las
decisiones de la conexión Washington-Opus Dei-mafia financiera
italo-norteamericana, quien pretende seguir controlando los destinos de la
"Santa Sede".
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CARTA O BERRO
Eu lí nos jornais, ví na tv
era um fato e não sabia,
ruminava aquilo que eu,
de verdade ou de mentira,
admitia por certo,
uma verdade que não existia.
vanderleycaixe
A conversão dos bárbaros
" A trombeta da liberdade ja soou, e nao foi com um toque de recolher"
(George W. Bush, Le Monde, 10 de marco de 2005)
Jose Luis Fiori
O New York Times publicou, recentemente, uma matéria sobre o funcionamento das
20 agencias federais americanas encarregadas pela administração Bush, de formar
a opinião pública nacional e internacional através de matérias e entrevistas de
autoridades, pré-fabricadas e distribuídas prontas para os jornais e as
televisões de todo mundo. Resultado: cada vez mais, a grande imprensa americana
e européia se move de forma sincronizada, e às vezes se tem a impressão que os
fatos se transformam em acessórios de grandes campanhas e mobilizações
publicitárias, em escala global. Isso ocorreu, por exemplo, com a recente
reunião de Bruxelas - no dia 22 de fevereiro passado - entre o presidente Bush e
os governantes europeus. As notícias foram substituídas pelas imagens, e as
divergências efetivas foram trocadas por uma imagem e um sentimento publicitário
de reconciliação e fraternidade, entre os Estados Unidos e a Europa, apesar de
que os desacordos entre americanos e europeus tenham permanecido quase os
mesmos, depois da reunião de Bruxelas. Logo depois, uma nova "onda sentimental"
tomou conta da imprensa dos dois lados do Atlântico, uma espécie de
autocongratulação coletiva pela "redemocratização do Grande Oriente Médio",
anunciada pelo presidente norte-americano, numa conferência na Universidade de
Defesa de Washington, feita no dia 8 de marco. "O degelo começou e a historia
evolui rapidamente […] as trombetas da liberdade estão soando…" (Le Monde, 10
marco, p;3). Alguns dias antes, a secretária de estado americana, Condolezza
Rice, afirmou com todas as letras numa cadeia de televisão americana, que "esta
era uma vitória do espírito humano, da vontade do homem ser livre", e o jornal
New York Times, que apoiou os democratas nas últimas eleições presidenciais, fez
uma homenagem ao presidente Bush, "a quem se deve atribuir - segundo o jornal -
uma boa parte do crédito por estes novos acontecimentos". Numa linha ainda mais
radical, a Revista Newsweek, propôs uma revisão da história recente e o
reconhecimento da "visão histórica" do presidente Bush. Na mesma hora, o senador
Edward Kennedy, que criticou a invasão do Iraque, reconheceu o crédito de Bush,
nas mudanças positivas do Oriente Médio. Quase nos mesmos dias, a imprensa
européia discutiu exatamente o mesmo assunto, ainda quando tenha mantido uma
posição mais analítica e discreta. Como conseqüência, por todo lado se difundiu
instantaneamente a idéia e o sentimento positivo de que o mundo estaria vivendo
uma repetição das "revoluções de veludo" da Europa Central, do início da década
de 90, só que agora, no Afeganistão, na Ucrânia, no Líbano, na Palestina, no
Egito, no Iraque e na Arábia Saudita. Por todos os lados, estaria em curso um
movimento massivo e espontâneo, quase telúrico, de sublevação das massas
populares - em busca da liberdade - desencadeado a partir do Iraque, o que
acabaria justificando ex-post as guerras desencadeadas na região, pelo
presidente Bush - verdadeira origem - ainda que trágica - desta verdadeira
"primavera árabe".
No momento, a opinião pública internacional parece perplexa frente ao esta
acontecendo, e por isso, mais do que nunca, é preciso manter a objetividade. E
nesse caso, a primeira coisa importante que se deve entender é que, de fato, o
Oriente Médio e a Ásia Central foram abalados profundamente pelas guerras do
Afeganistão e do Iraque. Alias, não poderia ter acontecido outra coisa, depois
de duas guerras arrasadoras, numa mesma região e num lapso de apenas dois anos.
No mínimo, ficou claro em toda a região do "Grande Oriente Médio", que os
Estados Unidos vieram para ficar, e que ninguém desafia hoje o poder americano
impunemente, exatamente como ocorreu, na mesma região, com o poder imperial
britânico, nos tempos da Rainha Vitória. Portanto, não há como se enganar,
porque a presença militar americana na região, a partir de agora, terá um papel
decisivo nos desdobramentos da política interna dos países de toda a região. Mas
isto não significa necessariamente que o "Grande Oriente Médio" vá se
transformar numa região democrática, segundo a vontade e o modelo anglo-saxão.
As eleições do Afeganistão confirmaram o governo escolhido pelos invasores, mas
sua autoridade vai pouco além dos subúrbios de Kabul, num país onde quase todas
as demais regiões voltaram a ser controladas pelos seus antigos "senhores da
guerra" pelos produtores de papoulas para a produção de heroína e pelos próprios
talibãs, que pouco a pouco vem retomando suas velhas zonas de influência. As
eleições no Iraque, por sua vez, só se realizaram porque foram exigidas e
garantidas pelo Ayatolla Sistani, no momento em que as autoridades
norte-americanas pensavam em postergá-las. Foi uma vitória e uma revanche da
maioria xiita, de influência iraniana, que chega ao poder de forma paradoxal,
pelas mesmas armas americanas que ameaçam invadir e derrubar o regime xiita do
Iran, logo do outro lado da fronteira. As mudanças na Palestina e no Líbano
ocorreram na seqüência de duas mortes que ainda não foram esclarecidas: a doença
de Yasser Arafat, e o atentado contra o antigo primeiro ministro libanês, Rafik
Ariri. Duas mortes que provocaram, num primeiro momento, um deslocamento
político, na direção dos interesses estratégicos americanos, muito mais do que
um processo de redemocratização. Mas mesmo assim, no caso da Palestina, as
negociações com Israel estão praticamente paralisadas, desde a cúpula de Charm
El-Cheikh, no Egito, no dia 8 de fevereiro. E, no caso do Líbano, a "revolução
da cidra", foi seguida imediatamente por massivas manifestações xiitas,
lideradas pelo movimento Hizbollah, e pela volta ao governo do primeiro-ministro
"pro-sírio" de Omar Karameh, que havia renunciado há uma semana, sob pressão do
movimento popular de oposição, reabrindo o conflito que foi responsável pela
violenta guerra civil do Líbano, na década de 80. No Egito e na Arábia Saudita,
aliados incondicionais e protetorados militares dos Estados Unidos, o anúncio do
presidente Mubarak de eleições presidenciais competitivas foi muito mais
impreciso e encomendado do que as eleições locais realizadas pelas autoridades
sauditas, sem a participação da população feminina. No resto da região, não se
escuta uma só nota da "trombeta libertaria" do presidente Bush, nos territórios
do Paquistão, da Tunísia, da Jordânia, do Yemen, do Kuwait, ou mesmo, no caso da
Líbia e da Argélia. E só olhar para o mapa geopolítico da região, para ver que
até agora, os movimentos populares pró-democratização, só aparecem e se expandem
dentro dos países que não são aliados dos Estados Unidos, e que além disto, em
todos os casos, essas "explosões democráticas" têm sido obra de grupos ou
minorias nacionais ou religiosas que foram reprimidas e que agora estão sendo
"libertados" pela geopolítica americana, dentro da região. Esta combinação de
interesses e de estratégia "revolucionaria" não é completamente nova. Foi
concebida durante a Primeira Guerra Mundial, pelos próprios ingleses e nesta
mesma região, logo depois de sua derrota militar, na Turquia, durante a Primeira
Guerra Mundial. Para destruir o Império Otomano aliado dos alemães em 1914,
adotaram uma nova estratégia, concebida pelo T. E. Lawrence, o estranho
professor de historia de Oxford, que se transformou em personagem lendária
durante a Primeira Guerra, no Oriente Médio, Tratava-se de destruir a Turquia e
o Império Otomano, utilizando as próprias divisões internas dos povos árabes que
foram organizados e armados para lutar contra o seu próprio Império, em troca da
promessa de liberdade e soberania nacional, depois da guerra. A história é
conhecida, e todos sabem, que isto não ocorreu, porque depois da guerra, na
Conferência de Paris, em 1918, o Oriente Médio foi recortado e entregue a tutela
da Inglaterra e da França, transformando-se em novos pedaços dos seus velhos
impérios coloniais.
Deste ponto de vista, a experiência recente da "revolução laranja", na Ucrânia,
é verdadeiramente paradigmática, porque ocorreu num território situado
historicamente dentro da zona de influência política e econômica "indiscutível"
da Rússia, mas contando com uma grande população de origem polonesa. A Ucrânia
nunca foi considerada parte da "Europa Central", libertada pelas "revoluções de
veludo", mas depois de 1991, os Estados Unidos tem demonstrado uma firme decisão
de retirar também este território da influencia russa, o que representaria uma
mudança radical na geopolítica eurasiana dos dois últimos séculos. Alem disto,
representaria uma derrota geoeconômica muito importante, para a Rússia, porque a
Ucrânia, junto com a Geórgia e a Moldavia são hoje o principal corredor de
comunicação, entre o mar Negro e o mar Báltico e, portanto, do escoamento do
petróleo do Mar Cáspio, do maior interesse das petroleiras e do governo russo.
Em síntese, trava-se hoje na Ucrânia uma pesadíssima batalha geopolítica e
geoeconômica entre os Estados Unidos e a Rússia, que esteve por trás das ultimas
eleições presidenciais ucranianas, e do nascimento midiático da "revolução
laranja". Na Ucrânia, como nos demais paises envolvidos nesta história, existem
forças represadas há muito tempo, e que pressionam por mudanças políticas
somando-se as pressões externas e aos interesses estratégicos dos Estados Unidos
e da União Européia que apontam, na verdade, para uma mudança imediata da
correlação de forças dentro de cada um desses paises, mas não necessariamente,
para a formação e consolidação de regimes democráticos. Como no caso da
estratégia dos "contra" utilizada por Ronald Reagan, na década de 80, para lutar
contra, e derrubar governos e regimes contrários aos interesses
norte-americanos. Em síntese: o presente não é nada animador, ao contrário do
que diz a grande imprensa, os desdobramentos futuros são rigorosamente
imprevisíveis, e os ensinamentos passados da história não falam muito bem das
"democracias ocidentais". Aliás, neste sentido, o presidente Bush não e um
pioneiro, dentro dos Estados Unidos. Muito antes dele, Theodore Roosevelt
invadiu o Haiti, em 1902, com a intenção de impor-lhe um regime democrático. Uma
história conhecida e que ainda não terminou, um século depois.
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Allanamiento en el Hotel Bauen
La Policía Federal intentó entrar al Hotel Bauen por orden de la fiscalía
contravencional.
Escudados en supuestas fallas de seguridad del edificio, la empresa recuperada
por los trabajadores sufrió una nueva agresión. Desde la recuperación del Hotel,
los trabajadores luchan por el reconocimiento de su gestión, la cual ha puesto
en pie a la empresa, recuperó la dignidad del trabajo y garantizó la continuidad
laboral. Vale aclarar que si bien el Hotel es gestionado por sus trabajadores,
el atrasado reconocimiento legal de la cooperativa hace imposible cumplir con
los plazos y trámites relacionados con seguridad, por ejemplo. Además el
anterior dueño, que vació la empresa, se desliga de las responsabilidades
legales pero reclama los bienes del Hotel. En este marco, no casualmente y
controlando si están en regla matafuegos, salidas de emergencia, etc, la Policía
fue la protagonista de un nuevo acto de intimidación que fue impedido gracias a
la resolución de los trabajadores y mas de 300 militantes de organizaciones
populares que se hicieron presentes para solidarizarse e
impedir un nuevo atropello. En el dia de hoy, el legislador Porteño de
Izquierda Unida, Marcos Wolman, los legisladores Rubén Devoto, Susana
Etchegoyen, Daniel Betti, Beatriz Baltroc; la dirección del MNER (Movimiento
Nacional de Empresas Recuperadas) y la dirección de la cooperativa se dirigen a
la fiscalía en busca de respuestas y a expresar un claro rechazo a éste
atropello. Los trabajadores convocan al próximo miércoles 13 a las 12 hs a una
concentración en la puerta del Hotel, Callao 360, para marchar luego hacia la
Legislatura Porteña.
Comunicación del Partido Comunista de Capital Federal
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[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
Alberto, te paso algunas preguntas ya que no me respondiste si lo podíamos hacer
vía msn, lo voy haciendo así y después te agrego más o te hago alguna sobre tus
respuestas.
Desde ya gracias. Claudio B.
(AS)-Por el contrario Claudio, yo debo darte las gracias a ti.
Quedo a tus órdenes para cuando lo quieras. No más resuelva mi problema con el
ratón, me comunicaré contigo para realizar la charla a través de algún
Messenger.
Un abrazo
1) ¿por qué el nombre “Postcapitalismo CEN”?
Alberto Sigales (AS)-
Nosotros proponemos una nueva economía. No una economía alternativa sino otra
economía, que se aplicaría después (prefijo post) al capitalismo. La llamamos
“economía sustitutiva”, que es una definición muy precisa, proveniente de la
inspiración de Gabriel Bello, amigo y compañero.
Es cierto que también podría llamarse socialismo, porque procura el bienestar
social, a través de “de cada quien según su capacidad, a cada quien según sus
méritos”.
Incluso podría llamarse comunismo, porque también, conjuntamente, cumple con
aquello de “de cada quien según su capacidad, a cada quien según su necesidad”.
Pero el postcapitalismo CEN no busca la socialización de la riqueza a través de
las expropiaciones, de las quitas, sino que lo logra a través de distribuciones
de la enorme riqueza ya producida y produciéndose.
No excluye, incluye.
Por tanto es muy diferente al concepto generalizado, deformado y desnaturalizado
(y para mí muy equivocado) que se tiene hoy sobre la hermosa palabra
“socialismo”.
2) ¿Cómo y cuando nació el Postcapitalismo CEN y como podría definirse el
mismo?
(AS)- Nace a partir de lo expuesto en el libro “La Naturaleza de la Riqueza”,
que contiene la teoría del ciclo económico natural (CEN), una ley natural hasta
ahora desconocida (o despreciada) por las economías habidas.
El postcapitalismo CEN es la propuesta de una economía sustitutiva a las
actuales, bastante completa, respaldada en la aplicación del método científico,
y apoyada en la ley del CEN.
Exige el reconocimiento conciente de la existencia de la riqueza social y en la
necesidad de distribuir socialmente la riqueza socialmente producida.
3) ¿De que trata el libro “La Naturaleza de la Riqueza”, es una teoría
económica solamente?
(AS)- El libro tiene por cometido la explicación del ciclo económico natural
(CEN)y de las consecuencias más generales que su aplicación genera sobre lo que
se ha aceptado hasta ahora como verdades absolutas en todas las teorías
económicas, contradiciéndolas frontalmente.
Derriba dogmas, creencias y supersticiones muy arraigadas en la mente y los
genes de la gente.
Es un libro sobre el CEN, y como su nombre lo indica, da una definición precisa
de lo qué es la riqueza, en el caso del hombre, la riqueza social.
En síntesis el CEN nos dice que toda riqueza existe previamente a cualquier
actividad que se realice sobre ella: no hay trabajo que no parta desde, al
menos, la transformación de alguna riqueza natural, por más complejo o de alto
nivel tecnológico que sea.
Su derivación más llamativa es que toda riqueza (un fruto, un pan, una
computadora) tienen su origen en la extracción de riqueza natural, y que por
tanto, no existe una riqueza verdadera si la extracción de la que nacen, no es
repuesta. Es decir, sólo se puede mantener la producción de riqueza si reponemos
a la pachamama lo que a ella quitamos.
4) Hasta ahora, además de la Internet donde tienen una pagina y una lista de
correo, ¿de que otras formas no tanto “virtuales” han participado y actuado?
Hasta ahora las únicas formas no “virtuales” han sido entrevistas sobre el
contenido del libro y hechos relacionados en su promoción, sin relación directa
con el contenido.
Hemos intentado por varios frentes y mecanismos llevar la discusión a distintos
niveles académicos, políticos y sociales. No se nos ha respondido.
Golpeamos la puerta de varias organizaciones y de muchos individuos, nacionales
y extranjeros, americanos y europeos, pero hasta ahora no hemos tenido
respuestas. Ni positivas ni negativas.
Estamos bastante solos. Pero creciendo.
5) Ustedes presentan una idea interesante, si es que no he entendido mal, que
es la de una nueva forma monetaria o mejor dicho, una nueva forma de utilizar el
dinero como “patrón de medida”, ¿qué es lo que se mide y para qué?
(AS)-Sí es cierto. Esa es una de las “ramas” principales del árbol que estamos
regando y fertilizando, haciendo crecer. Es la rama que más llama la atención de
la gente.
Nuestro patrón de medida (el indev) es como cualquier otro (metro, gramo, grado
Celsius) sólo que se usa para medir la riqueza, para medir todo aquello que
puede expresarse en valores numéricos, y que hasta ahora se ha medido utilizando
magnitudes monetarias.
El indev es un patrón de medida con características de dinero. No es otra moneda
nueva, sino un patrón nuevo.
6) ¿Se podría decir que el postcapitalismo CEN representa una teoría que
llevada a la practica superaría en mucho a lo intentado en el pasado por lo
países del bloque socialista, donde el tema del reparto de las riquezas nunca
estuvo bien definido, más bien estuvo mal practicado y se “pateaba la pelota”
para más adelante?
(AS)-Sí, podría asegurase que sí. Esta es una pregunta muy interesante que tiene
varias puntas.
Pero independientemente que hablemos de socialismo o capitalismo, la diferencia
real está dada en que el postcapitalismo CEN asegura eliminar la pobreza, el
hambre y la miseria, sin la “necesidad” de las expropiaciones y los
enfrentamientos. Y que lo hace de forma inmediata, prácticamente instantánea,
hablando en términos sociales.
Nosotros damos una definición precisa de riqueza. Aportamos un instrumento
idóneo para medirla. Y a partir de eso ideamos un mecanismo de distribución (el
ingreso natural, IN) que posibilita la eliminación del hambre, y la posterior
concreción de las satisfacción de las necesidades, los gustos y los caprichos,
en ese orden de todas las personas, sin distinción alguna.
Para ello no quita nada a nadie, sino que da a todos.
7) Otro punto interesante es el del crédito como préstamo y no como en el
sistema actual como “venta”, hoy por hoy no se da un préstamo sino que se vende
dinero en cuotas. ¿Esto es así y cómo sería con el Postcapitalismo CEN el
crédito?
(AS)-Es otro de los mecanismos que proponemos para la distribución social de la
riqueza producida socialmente.
El crédito es gratuito pero no es un obsequio, es decir, si se reciben en
préstamo 100 unidades, se deben devolver 100 unidades. Ni más ni menos.
El postcapitalismo CEN cumple con aquello de “a cada uno según su necesidad”
mediante tres caminos diferentes: uno, el reconocimiento explícito de que para
satisfacer una necesidad personal es necesario acceder y reconocer la propiedad
personal (o privada) sobre el bien que la posibilita; dos, la distribución en
efectivo del ingreso natural, y tres, el acceso al crédito libre y gratuito.
Todo habitante tiene derecho a solicitar un préstamo de ese tipo, con la única
condición de que sea capaz de amortizarlo sin tener que sacrificar para ello más
de lo necesario. Todo crédito tiene un límite y ese límite es la capacidad de
pago.
Cada habitante lo puede solicitar todas las veces que lo crea conveniente,
teniendo en cuenta tales condiciones.
8) Con respecto a la producción de bienes ¿cómo sería este tema y su
organización?
(AS)-Para el Postcapitalismo CEN está clarísimo que la formad actual de
producción de bienes no es un problema; esa forma es la que se utiliza hoy en
casi todos los países del mundo, sean capitalistas o no. Este modo, el llamado
modo de producción social, ha demostrado ser muy efectivo y por tanto no
necesita, por ahora, de ninguna revolución.
El problema a solucionar está en la distribución de la riqueza producida, no en
ésta. Y a ese problema es al que le damos solución.
Para el Postcapitalismo CEN es indiferente la forma de propiedad sobre los
medios de producción; puede ser propiedad privada al estilo capitalista o puede
ser estatal al estilo del socialismo “real”, pasando por todos los matices
intermedios.
La forma de propiedad sobre los medios de producción sólo influyen cuando la
distribución de la riqueza producida se realiza en forma privada o personal.
Tanto en el socialismo “real” como en el capitalismo salvaje en que vivimos, la
distribución de la riqueza no es social, sino personal.
El postcapitalismo CEN, por el contrario, asegura la distribución social de lo
producido socialmente. En total libertad.
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ALAI América Latina en Movimiento
CARTA O BERRO
ALAI, América Latina en Movimiento
2005-03-21
|
Disponible en:
Portugues Español Español
O que é neoliberalismo
Frei Betto
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O neoliberalismo é o novo caráter do velho capitalismo. Este adquiriu
força hegemônica no mundo a partir da Revolução Industrial do século 19. O
aprimoramento de máquinas capazes de reproduzir em grande escala o mesmo produto
e a descoberta da eletricidade possibilitaram à indústria produzir, não em
função de necessidades humanas, mas sobretudo visando ao aumento do lucro das
empresas.
O excedente da produção e a mercadoria supérflua obtiveram na publicidade
a alavanca de que necessitavam para induzir o homem a consumir, a comprar mais
do que precisa e a necessitar do que, a rigor, é supérfluo e até mesmo
prejudicial à saúde, como alimentos ricos em açúcares e gordura saturada.
O capitalismo é uma religião laica fundada em dogmas que, historicamente,
merecem pouca credibilidade. Um deles reza que a economia é regida pela "mão
invisible" do mercado. Ora, em muitos períodos o sistema entrou em colapso,
obrigando o governo a intervir na economia para regular o mercado.
O fortalecimento do movimento sindical e do socialismo real, sobretudo
após a Segunda Guerra Mundial (1940-1945), ameaçou o capitalismo liberal, que
tratou de disciplinar o mercado através dos chamados Estados de Bem-Estar Social
(previdência, leis trabalhistas, subsídios à saúde e educação etc.).
Esse caráter "social" do capitalismo durou até fins da década de 1970 e
início da década seguinte, quando os EUA se deram conta de que era insustentável
a conversibilidade do dólar em ouro. Durante a guerra do Vietnã, os EUA emitiram
dólares em excesso e isso fez aumentar o preço do petróleo. Tornou-se imperioso
para o sistema recuperar a rentabilidade do capital. Em função deste objetivo
várias medidas foram adotadas: golpes de Estado para estancar o avanço de
conquistas sociais (caso do Brasil em 1964, quando foi derrubado o governo João
Goulart), eleições de governantes conservadores (Reagan), cooptação dos
social-democratas (Europa ocidental), fim dos Estado de Bem-Estar Social,
utilização da dívida externa como forma de controle dos países periféricos pelos
chamados organismos multilaterais (FMI, OMC etc.) e o processo de erosão do
socialismo real no Leste europeu.
O socialismo ruiu naquela região por edificar um governo para o povo e não
do povo e com o povo. À democracia econômica (socialização dos bens e serviços,
e distribuição de renda) não se adicionou a democracia política; não nos moldes
do Ocidente capitalista, mas fundada na participação ativa dos trabalhadores nos
rumos da nação.
Nasceu, assim, o neoliberalismo, tendo como parteiro o Consenso de
Washington ¬ a globalização do mercado "livre" e, segundo conveniências, do
modelo norte-americano de democracia (jamais exigido aos países árabes
fornecedores de petróleo e governados por oligarquias favoráveis aos interesses
da Casa Branca).
O capitalismo transforma tudo em mercadoria, bens e serviços, incluindo a
força de trabalho. O neoliberalismo o reforça, mercantilizando serviços
essenciais, como os sistemas de saúde e educação, fornecimento de água e
energia, sem poupar os bens simbólicos ¬ a cultura é reduzida a mero
entretenimento; a arte passa a valer, não pelo valor estético da obra, mas pela
fama do artista; a religião pulverizada em modismos; as singularidades étnicas
encaradas como folclore; o controle da dieta alimentar; a manipulação de desejos
inconfessáveis; as relações afetivas condicionadas pela glamourização das
formas; a busca do elixir da eterna juventude e da imortalidade através de
sofisticados recursos tecnocientíficos que prometem saúde perene e beleza
exuberante.
Tudo isso restrito a um único espaço: o mercado, equivocadamente
adjetivado de "livre". Nem o Estado escapa, reduzido a mero instrumento dos
interesses dos setores dominantes, como tão bem analisou Marx. Sim, certas
concessões são feitas às classes média e popular, desde que não afetem as
estruturas do sistema e nem reduzam a acumulação da riqueza em mãos de uma
minoria. No caso brasileiro, hoje os 10% mais ricos da população ¬ cerca de 18
milhões de pessoas ¬ têm em mãos 44% da riqueza nacional. Na outra ponta, os 10%
mais pobres sobrevivem dividindo entre si 1% da renda nacional.
Milhares de pessoas consideram o neoliberalismo estágio avançado de
civilização, assim como os contemporâneos de Aristóteles encaravam a escravidão
um direito natural e os teólogos medievais consideravam a mulher um ser
ontologicamente inferior ao homem. Se houve mudanças, não foi jamais por
benevolência do poder.
* Frei Betto é escritor, autor de "Treze Contos Diabólicos e um Angélico",
que a editora Planeta fez chegar às livrarias em março.
[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
ALAI América Latina en MovimientoCARTA O BERRO
ALAI, América Latina en Movimiento
2005-04-05
Disponible en:
Portugues
A América Latina entre o velho e o novo
Emir Sader
As convulsões por que passa a América Latina atualmente são os sintomas de
uma luta entre o velho e o novo, entre o que o neoliberalismo produziu no
continente, seu esgotamento e as forças que lutam para sua superação. Em pouco
tempo - menos de três décadas -, o modelo que pretendia ser solução para a crise
latino-americana revelou o fracasso de suas promessas e joga o continente em uma
situação limite, similar à que viveu nos anos 1930, em uma crise hegemônica que
pede novos rumos e propostas para sua superação positiva.
As falsas promessas de retomada do desenvolvimento empurraram a América
Latina à estagnação que a afeta desde 1999, enquanto a desigualdade e a exclusão
social se aprofundam, as fragilidades externas aumenta, a renúncia à afirmação
das nossas identidades se estende e o continente se vê transformado no mais
instável do mundo em termos econômicos e sociais.
Essa instabilidade é produto do esgotamento do velho - as políticas
neoliberais - e a força ainda insuficiente do novo - um mundo em que a justiça e
a solidariedade tenham preponderância sobre as leis do mercado - para se
constituir em alternativa. Essa é a marca do momento atual vivido pelo nosso
continente.
O velho insiste em sobreviver por meio de governos que mantêm e reproduzem
as desumanas e antidemocráticas políticas de ajuste fiscal, priorizadas em
relação às políticas sociais. Isolados em relação às necessidades prementes da
massa da população, se apóiam no capital especulativo, nos organismos
financeiros internacionais e no monopólio privado da mídia, que os ampara e
sustenta.
Procura sobreviver por meio das políticas belicistas de Washington, que
militariza os conflitos e se arvoram a resolvê-los pela força. Isolados, os EUA
tentam impedir que em 2006 a América Latina conte com uma ampla frente de
governos que se opõem a essa política, que pode ir do México ao Uruguai,
passando por Brasil, Venezuela, Argentina, Cuba, Bolívia - no único bloco de
forças, já hoje existente, que resiste de forma organizada ao governo Bush no
mundo. Tentam impedir que o povo mexicano decida livremente o seu destino,
buscando fraudulentamente impugnar a candidatura do governados do Distrito
Federal, Lopez Obrador, líder nas pesquisas eleitorais há muito tempo.
O novo revela sinais da força já acumulada para construir alternativas ao
neoliberalismo e ao belicismo. O novo começou a surgia há muito tempo - desde o
grito de Chiapas dos zapatistas, em 1994 -, mas tomou novo impulso quando os
camponeses bolivianos impediram a privatização da água e derrubaram o presidente
que a promovia, construindo uma força política social alternativa ao governo.
Surge quando os movimentos sociais latino-americanos - a começar pelo MST -,
lutam pela reforma agrária, contra os transgênicos e pela segurança alimentar. O
novo está presente na vitoriosa reestruturação da dívida externa Argentina,
realizada por Nestor Kirchner. O novo se expressa na eleição da Frente Ampla
para dirigir o Uruguai, na vitória de Hugo Chavez no referendo venezuelano, na
política de integração latino- americana - renovada e fortalecida na reunião de
Lula, Kirchner e Hugo Chavez, em Montevidéu, para programar cúpulas dos
ministérios sociais, de energia e econômicos dos seus governos e dos que queiram
se somar a essas iniciativas.
Também fazer parte do novo as propostas de criação de uma televisão
pública dos paises do continente, de integração das empresas petrolíferas da
América Latina e do Banco da Semente, para proteger o nosso patrimônio natural.
O novo está presente nos acordos estratégicos assinados entre os governos de
Brasil, Venezuela, Cuba, Argentina, Uruguai, entre si e com China, Irã, Rússia e
Espanha, projetando uma nova inserção internacional do continente.
Mas essa força acumulada pelo novo ainda encontra muitas dificuldades para
se firmar, para se constituir em alternativa à crise hegemônica que vive a
América Latina. A primeira é a sobrevivência do eixo das políticas neoliberais
em governos tão decisivos na região como os do Brasil e da Argentina. As
políticas de ajuste fiscal, de "livre comércio", de desregulação dos mercados
financeiros são parte integrante do velho, do "Consenso de Washington" e se
constituem em barreiras para que se possa construir sociedades solidárias e
justas. Da mesma forma que as políticas agressivas do governo dos EUA -
expressas, entre outras formas, no Plano Colômbia e nos ataques sistemáticos
contra Cuba e a Venezuela - representam a expressão da "guerra infinita" de Bush
no continente e devem ser isoladas e derrotadas para que a América Latina possa
sair da crise atual e tornar-se um continente integrado e soberano.
A solução positiva da crise atual, a vitória do novo sobre o velho depende
da esquerda - das forças políticas, dos movimentos sociais e culturais, da
imprensa independente, da intelectualidade crítica, da cidadania militante.
Depende da formulação de uma plataforma de saída do modelo atual e de criação de
um novo padrão de relações sociais, antimercantil, solidário e justo. Depende da
aglutinação das forças sociais, políticas e culturais interessadas na sua
realização, da luta ideológica constante contra os valores neoliberais e
mercantis e a favor de um mundo fundado na universalização dos direitos e não da
mercantilização. Depende da mobilização popular e da capacidade da cidadania da
América Latina para derrotar o velho e construir o novo.
[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
CARTA O BERRO
Antologia de Textos Jurídicos
Coletânea coloca em foco o universo das leis, analisado por aqueles que vivem o
seu dia-a-dia
Fundamental na vida de cada pessoa, o Direito é um dos campos de conhecimento
mais dinâmicos e complexos, e exige constante atualização e estudo. Pensando
nisso, o editor Douglas Lara idealizou um projeto literário voltado
exclusivamente para este segmento. Ainda sem título definitivo, a Antologia de
Textos Jurídicos reunirá, em livro impresso, artigos de pessoas que militam na
área do Direito, dedicados a decifrar e explicar o maravilhoso - e nem sempre
pacífico - universo das leis.
Responsável pela edição de quatro antologias literárias bem-sucedidas, Douglas
Lara explica que, há muito tempo, tem ouvido de advogados sugestões no sentido
de organizar uma antologia jurídica. "Muitos deles realizam estudos importantes
sobre aspectos da legislação e da sociedade, e, no entanto, sentem a falta de um
canal apropriado para comunicar suas idéias", diz o editor. "Por isso consultei
alguns autores e, constatada a viabilidade do projeto, iniciei os contatos",
complementa.
A intenção do editor é reunir quarenta autores, que podem ser advogados,
especialistas, legisladores e estudiosos de temas jurídicos, em geral. O
prefácio será escrito por Vanderley Caixe, veterano advogado e jornalista com
vasta folha de serviços prestados no campo dos Direitos Humanos.
A Antologia de Textos Jurídicos terá quatrocentas páginas, no formato 21,5 cm x
15,5 cm. A produção será cooperativada, com os autores comprando cotas de dez
páginas, ao custo de R$ 875,00 por cota, para bancar as despesas. Cada autor
terá direito a receber cinquenta exemplares do livro, que poderão ser
distribuídos livremente ou comercializados, ao preço sugerido de R$ 40,00 o
exemplar. "Com a venda dos exemplares, cada autor estará divulgando seu trabalho
e, é claro, reavendo seu investimento", observa Douglas.
As inscrições serão recebidas até o dia 20 de abril, quando os autores deverão
encaminhar currículos e temas dos artigos. O prazo final para entrega dos textos
e pagamento da cota é 31 de maio. No dia 10 de julho, o material deverá estar
pronto para ser aprovado pelos participantes. O lançamento está previsto para 29
de setembro.
A edição estará sob a responsabilidade da Ottoni, de Itu, que assina as quatro
antologias organizadas por Douglas Lara: "Onze Autores da Web" (2003), "Roda
Mundo, Roda Gigante - Antologia Internacional 2004" (2004), "Antologia VMD
Internacional" (2004) e "Roda Mundo, Roda Gigante - Antologia Internacional
2005", este último com lançamento previsto para julho próximo. A venda dos
exemplares será coordenada pelo próprio Douglas, que pretende comercializar o
livro pela internet, através da Livraria Cultura.
Para participar da Antologia de Textos Jurídicos, basta enviar os textos
escolhidos para Douglas Lara, através do e-mail douglara@.... Mais
informações podem ser obtidas diretamente com o editor, pelo telefone (15)
3227-2305.
--------------------------------------------------------------------------------
Release:
Loja de Idéias - (15) 3224-1617
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[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
°°°FASIAV°°°.......RESPONDE..., Y ENVIA UN SALUDO DE APOYO SOLIDARIO Y
REVOLUCIONARIO A LOS VALIENTES COMPATRIOTAS BOLIVARIANOS-SAN MARTINIANOS DE
LA HERMANA REPUBLICA DE LA ARGENTINA EN SU FEROZ LUCHA POR LOS OBJETIVOS DE
LA LIBERACION ECONOMICA TECNOLOGICA Y EL RESCATE DE LA DIGNIDAD DE LA PATRIA
LATINOAMERICANA...!!!!.......
DESDE EL CARIBE VENEZOLANO......ARQ. FERNANDO PEÑA VELARDE
>From: Carlos Alberto Tcholakian <ctcholakian@...
>Subject: [ imperialismno ] Jornada de Protesta en Villa Crespo
>Date: Thu, 7 Apr 2005 00:54:39 -0300 (ART)
>
>
>Viernes 8 de abril, 12 hs, Radio Abierta y Difusión de las Jornadas de
>Protesta de la CTA, en R. Scalabrini Ortiz y Corrientes
>
>A pesar de los reiterados discursos del presidente Kirchner en su crítica
>al neoliberalismo y la necesidad de construir un país más justo, una y otra
>vez la cruda realidad que padecemos nos ratifica que más allá de las
>“expresiones de deseo” y gestos oficiales, siguen muriendo en nuestro rico
>país 55 niños por día por causas perfectamente evitables. El desempleo y la
>pobreza generadores de la extendida desnutrición que afecta principalmente
>a los niños, se han instalado en forma estructural, y la distribución de la
>riqueza no solo es la más injusta de la historia argentina sino también la
>más desigual de toda América. Solo un dato: en el año 1974 la distribución
>de las riquezas producidas se repartían 50% para los trabajadores y 50%
>para los empresarios aproximadamente; en la actualidad el 20% de las
>riquezas que producimos es para los trabajadores y el 80% para los
>empresarios (en éstos siempre la porción mayor lo acumulan las grandes
>concentraciones económicas y financieras
> transnacionales).
>
>A pesar de haber igualado el crecimiento de 1998, el poder adquisitivo de
>los salarios está un 30% por debajo de aquel año. En un intento por mejorar
>las cifras de la desocupación, pobreza e indigencia, el ministro Lavagna ha
>incorporado a los beneficiarios del Plan Jefes y Jefas como trabajadores
>ocupados. Esto ayuda a disminuir algunos puntos el porcentaje de la
>desocupación.
>
>Seguramente podríamos continuar detallando los problemas que lejos de
>superar profundizan y comprometen más aún la salud y la educación, las
>jubilaciones, la inflación y los tarifazos que se vienen, y la clara
>definición del gobierno nacional en cuanto a no recuperar para el sector
>público las empresas privatizadas. Por lo que nuestra agua, nuestro
>petróleo (Shell, Esso, YPF Repsol, y otras), nuestro gas, y sistema
>energético lo pagamos muy caro a empresas extranjeras que se llevan dichas
>ganancias al exterior.
>
>Asimismo, continúan los intentos de ingerencias de EE.UU. en Latinoamérica
>con las presiones por la implementación del ALCA, la militarización y
>exigencias para aprobar las “leyes antiterroristas”.
>
>En respuesta a todo lo señalado, las organizaciones de Villa Crespo,
>Almagro, Palermo y Once abajo firmantes, desarrollaremos diversas
>iniciativas en las Jornadas de Protesta convocadas por la CTA del 4 al 8
>de abril próximo.
>
>
>
>
>
> Sueldo mínimo de $ 1580
> Seguro de Empleo y Formación para los Jefes de Hogares Desocupados de $
>723
> Por la Libertad y Democracia Sindical
> Recuperar el Patrimonio Nacional, petróleo, agua, luz, gas,
>ferrocarriles, comunicaciones, bajo control del estado, los trabajadores y
>los usuarios.
> Libertad y desprocesamiento a los luchadores.
> No pago de la Deuda Externa, fraudulenta e inmoral, destinando esos
>fondos para atender todas las necesidades de nuestro pueblo: trabajo,
>salud, educación, vivienda y alimentación.
> No al ALCA y retiro de las tropas de Haití.
> Alentar iniciativas de protesta en todo el país en repudio a la visita
>del genocida Bush.
>
>
>
>Organizaciones:
>
>ATE (Registro Automotor) - ATC (Asociación Taxistas Capital) - Centro
>Cultural Fray Mocho - Foro Social Salud (Este) - Centro de Jubilados
>(Abasto-Once) - MTL (Once) - Comisión de Asambleas Barriales por la
>Recuperación de las Empresas de Servicios Públicos Priv. - Agrupación
>“Germán Abdala” (Bco. Ciudad) - Comisión Asociados Bco. Credicoop - MPSL -
>Agrup. “Contra Cultura” Nacional 17 - Agrup. “Zitarrosa” J. V. González -
>Centro Vecinal “Teresa Israel”
>
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Hola Santiago, estando de acuerdo con la mayoría de lo expuesto por Juan
Ignacio, como buen trotskista personaliza la caída de la URSS y del resto
del llamado Socialismo Real, acusando al estalisnismo, pero sin tener en
cuenta los condicionantes históricos que dieron lugar al estalisnismo, ni
entrar en los defectos que actualmente cometemos para que objetivamente
contribuyamos a que la batalla ideológica nos la siga ganando la burguesía
imperialista, a pesar de las burradas que objetivamente comete, sin que ello
provoque un rechazo y una respuesta ciudadana a niveles nacionales y
mundial.
Es evidente que el actual muerto que se aloja en el Vaticano tuvo un papel
ideológico destacado en minar el llamado Socialismo Real, pero deberíamos
preguntarnos porqué ello fue posible, sin caer en el anatema estalinista,
porque Stalin hace muchos años que murió y además Jruchov lo desalojó del
mausoleo de Lenin y lo enterró a los pies de la muralla del Kremlin.
No fue el enterrador del "comunismo", sino que aunque hay que reconocer su
eficiente colaboración, fueron otros los principales contribuyentes al
enterramiento. En realidad en este mundo globalizado, todos los que
presumimos de marxistas, también tuvimos nuestra dosis de colaboración en la
caída del "Socialismo Real". La debilidad ideológica que tenemos a nivel
mundial los "marxistas", permite que la otra ideología domine, campee por el
mundo sin la respuesta oportuna.
Si como dice Marx: ""La religión es el suspiro de la criatura oprimida, el
sentimiento de un mundo despiadado, y el alma para los que están vacíos",
ese vacío tanto Marx como Engels y Lenin trataron de rellenarlo con todos
esos librotes que escribieron, donde daban razones objetivas para en su
desarrollo permitir soluciones, sobre todo una vez desarrollado y puesto de
pies por Marx y Engels el método de análisis materialista y dialéctico,
Lenin desarrollo el método haciéndolo práctico desarrollando los aspectos
que " Palmiro Togliatti citó en el simposio organizado por el Instituto
Gramsci en enero de 1958: "Hay en Lenin, por lo menos, tres capítulos
principales, que determinan todo el desarrollo de la acción y el
pensamiento: una doctrina del Imperialismo como fase superior del
capitalismo; una doctrina de la Revolución, y por ende, el Estado y el
poder, y una doctrina del Partido. Son tres capítulos estrechamente unidos,
fundidos casi el uno con el otro. Cada uno de ellos contiene una teoría y
una práctica, es el momento de una realidad efectiva en desarrollo".
Esos aspectos fundamentales que permitieron a pesar de las tremendas
condiciones que existían en Rusia, protagonizar la revolución no fueron
desarrollados. Lenin habrá que repetirlo cien veces, dijo nada más triunfar
la revolución que en Rusia no se daban las condiciones objetivas para que el
socialismo pudiera mantenerse. Tal vez el error achacable a Lenin, fue el
confiar en que en los países europeos más desarrollados, donde se daban
mejores condiciones, allí triunfase la revolución y ayudasen a la revolución
rusa en tanto se generaban las condiciones objetivas que permitiesen
consolidar el socialismo.
Pero volvamos al tema de fondo. Hoy la confrontación entre los defensores
del socialismo y el capitalismo, en primer lugar aparece como confrontación
ideológica, que se evidencia en que no somos capaces de generar a niveles
locales nacionales e internacionales una coherencia ideológica que nos
permita una organización internacional , nacional y local de lucha
anticapitalista. El dicho que se atribuía al trotskismo, de que en donde hay
un trotskista hay un partido, ya se hace común a todos los que nos
consideramos marxistas, multitud de chiringuitos con diferentes nombres
protagonizan la pretendida lucha anticapitalista.
Por lo tanto si no caemos en el endiosamiento personal, debemos reconocer la
realidad que vivimos y tratar de unificar esfuerzos. Esfuerzos que
evidentemente pasan por rellenar el vacío que nos señala Marx, que solo es
posible ocuparlo con ideología, con formación marxista que empezando por
nosotros mismos tiene que desarrollarse entre el conjunto de los oprimidos,
que son los llamados a ser protagonistas del proceso revolucionario. Si no
la hacemos, dado el nivel tecnológico mediatizador en manos del imperialismo
seguirán mediatizándonos, generarán muchos papas y muchos salvadores
Bushianos que alivien el suspiro de la criatura oprimida en este mundo
despiadado. Es curioso que la inmensa mayoría de los afiliados a partidos o
que trabajan en movimientos sociales que se consideran socialistas,
comunistas o marxistas no han leído nada de Marx, Engels y Lenin, o muy
poco, para poder tener una comprensión general de esa teoría, lo que hace
que se supla con el culto a la personalidad del que aparenta un mayor
conocimiento o una mayor entrega a la lucha en cada grupo más o menos
organizado, haciendo seguidismo nada crítico, aliviando de alguna forma y
durante algún tiempo el suspiro que provoca el vacío ideológico, hasta que
el falso trabajo nos vuelve al sufrido vacío.
En tanto no seamos capaces, por lo menos, de comprender lo que señala
Togliatti de Lenin, no hay marxismo que valga, ni sabremos apreciar el fondo
del mundo en que vivimos y poder combatirlo con objetividad.
Saludos
Malime
_______________________________
----- Original Message -----
From: "Santiago Gómez Crespo" <gomezcrespo@...>
To: <corrienteroja@yahoogroups.com>; <debatesrojos@yahoogroups.com>
Sent: Thursday, April 07, 2005 12:14 AM
Subject: [debatesrojos] Fiel servidor de los poderosos, enemigo de los
oprimidos
Juan Pablo II ha muerto.
"La religión es el suspiro de la criatura oprimida, el sentimiento de un
mundo despiadado, y el alma para los que están vacíos. Es el opio de los
pueblos". Carlos Marx
Después de una agonía de días y una decadencia física de meses, Juan Pablo
II, el Papa más anticomunista y reaccionario que ha pisado la curia vaticana
desde los tiempos de Pío XI, ha muerto. Tras 28 años de pontificado
caracterizado por una involución de todos los aspectos de la vida eclesial,
la figura de Juan Pablo II está siendo cubierta con la púrpura del elogio y
la adulación más empalagosa. Una campaña en la que los medios de
comunicación rivalizan por fabricar una biografía desmedida de un hombre al
que sólo los más poderosos del planeta pueden guardar gratitud. Los
oprimidos, los explotados y los marginados del mundo entero sólo han
cosechado el despecho y los consejos farisaicos del mandatario del Vaticano:
"Os salvaré del pecado, pero no de la injusticia" ha sido su máxima
pontifical.
Fin de la entradilla
Son días de acentuada propaganda religiosa. Toda la maquinaria de poder de
la Iglesia Católica está funcionando a plena potencia, vertiendo una
avalancha de manipulación, distorsión y envilecimiento de la verdad que da
testimonio del importante papel que juega en el engranaje del sistema
capitalista.
Hace 150 años Marx explicó que la dominación de la clase capitalista no se
sustenta tan sólo en el aparato represivo del Estado. Eso se reserva en
especial para los momentos de enfrentamiento abierto contra los
trabajadores. Entre tanto, la burguesía, como las clases dominantes que la
precedieron, despliegan todo un arsenal de coacción y sometimiento sobre las
clases oprimidas en el que los prejuicios, la ignorancia y los mitos
religiosos siempre han jugado un papel destacado. La Iglesia católica nunca
ha defraudado en ese sentido.
Financiada por los capitalistas, ha nutrido de fundamento ideológico y
justificación teológica a la explotación del hombre por el hombre. Siempre
dispuesta a respaldar activamente a la burguesía en cualquier rincón del
mundo contra los que han osado rebelarse, la Iglesia Católica ha constituido
la espada espiritual del capital.
Juan Pablo II ha sido un digno defensor de esta tradición. Su ascenso a la
máxima dignidad pontificia fue una estrategia planificada y dirigida
militarmente por el Opus Dei. Desde su arzobispado en Cracovia, Karol
Wojtyla fue arropado por la Obra y cortejado como conferenciante en muchos
de los seminarios de su Centro Romano. Corrían los primeros años de la
década de los setenta y el futuro Papa daba forma a su perfil ideológico: la
Iglesia debía fundirse con el Estado, actuando en todas las esferas de la
vida civil, siempre desde una óptica ultra conservadora; en materia
teológica, abandono de la apertura del Concilio Vaticano II y vuelta al
tradicionalismo; máxima jerarquización y autoritarismo en la vida interna de
la Iglesia; rechazo de los derechos democráticos de la mujer (divorcio,
aborto); y por encima de todo, una visceral actitud anticomunista que le
acompañaría hasta la tumba.
Karol Wojtyla, una vez elegido Papa gracias a las buenas artes del entonces
arzobispo de Munich, Cardenal Ratzinger, tardó muy poco en devolver el
favor: el Opus Dei conquistó la cúpula eclesial colocando a destacados
peones al frente del gobierno del Vaticano. Todo ello cristalizó en la
canonización de Monseñor Escrivá de Balaguer y la elevación del Opus a la
categoría de Prelatura personal, convirtiendo de esta manera a la Obra en el
auténtico comité ejecutivo que ha gobernado la Iglesia con mano firme,
aunque no electa, en estos últimos 28 años.
¿El enterrador del "comunismo"?
Si algo esta destacando en estos días de exaltación papal, ha sido la
insistencia de la totalidad de los medios de comunicación, comentaristas y
periodistas, en asignar a Juan Pablo II el papel de enterrador del
"comunismo". Así parece que se escribe la historia, mintiendo sobre el
pasado de la forma más descarada con el objetivo de que la población no
entienda nunca las tareas del presente y del futuro.
La crisis y el colapso de la URSS y de los demás estados obreros deformados,
que no del comunismo, fue el producto de la incapacidad de la burocracia
estalinista para hacer avanzar la sociedad en líneas progresistas. La
decadencia económica que se arrastraba desde finales de los años sesenta
sufrió un agravamiento decisivo a mediados de los ochenta, con una caída
general de las condiciones de vida de la población. La asfixia autoritaria
de la burocracia no impidió que en muchos de estos países, las masas se
rebelaran espontáneamente demandando mejoras sociales y derechos
democráticos. Incluso en Polonia, el movimiento de los trabajadores de los
astilleros de Gdansk y de otras localidades obreras no tenía en sus inicios
el carácter pro capitalista que posteriormente le han asignado. Pero la
naturaleza aborrece el vacío, y ante la ausencia de una dirección
revolucionaria que orientase aquella rebelión en el objetivo de reestablecer
las auténticas condiciones de la democracia obrera, toda una capa de
arribistas y oportunistas, muchos de ellos salidos de los seminarios y con
financiación imperialista pudieron auparse a la dirección del movimiento.
Hay que decir, en honor a la verdad, que en el proceso de restauración del
capitalismo muchos cuadros dirigentes de los mal llamados "Partidos
Comunistas" echaron una mano inestimable. De hecho, la nueva burguesía de
los países del antiguo bloque del Este está muy nutrida por este tipo de
individuos, que de forma confortable han transitado desde las filas de los
PCs a los elegantes despachos de las empresas multinacionales.
Juan Pablo II participó activamente en este proceso, amparado en todo el
apoyo material y mediático que Ronald Reagan y Margaret Thatcher le pudieron
proporcionar. Gracias a ello fortaleció la propaganda anticomunista de la
Iglesia y el poder terrenal de la misma en todo el este de Europa, actuando
como un altavoz muy útil en toda la ofensiva furiosa que la burguesía
mundial desató contra las ideas del socialismo y del marxismo.
Contra la Teología de la Liberación, contra los pobres del mundo
En su actividad política e ideológica, siempre en el bando de los poderosos
y los imperialistas, Juan Pablo II combatió encarnizadamente a aquellos
sectores de la Iglesia que reivindicaban una acción enérgica contra la
injusticia social y la explotación de clase. Los sectores más avanzados de
la Iglesia, agrupados en la Teología de la Liberación, fueron blanco del
castigo papal y de la furia inquisitorial del Cardenal Ratzinger, hijo de un
policía y encumbrado a la máxima prefectura de la Congregación de la Fe,
heredera del Santo Oficio y el Tribunal de la Santa Inquisición.
Centenares de sacerdotes que vivían cotidianamente la penuria de millones de
desheredados fueron condenados al silencio y empujados fuera de la Iglesia,
como en el caso del franciscano brasileño Leonardo Boff.
Por aquel tiempo Carol Wojtyla actuó como un auténtico mamporrero de los
intereses del imperialismo norteamericano en América Latina. No tenía
empacho en visitar y dar de comulgar a dictadores genocidas como Pinochet,
al tiempo que en Nicaragua condenaba la revolución sandinista por atea,
reprendía al ministro de cultura Ernesto Cardenal o censuraba las pastorales
del obispo Salvadoreño Monseñor Romero. Toda la oligarquía latinoamericana,
manchada con la sangre de generaciones de oprimidos, llora la muerte de Juan
Pablo II. Las razones son obvias.
Un Papa al servicio de la clase dominante
Si en algo también ha destacado el pontificado de Juan Pablo II ha sido en
la fabricación de santos: nada menos que 474 hasta finales de 2003. Si Juana
de Arco tuvo que esperar seiscientos años para su santidad, la Madre Teresa
tan sólo esperó seis.
En la ampliación del santoral y del martirologio católico, Juan pablo II no
era inocente: se movía por firmes convicciones morales e ideológicas.
Wojtyla elevó a los altares como mártires a 705 muertos del bando fascista
de nuestra guerra civil, algo a lo que no se atrevieron ni Pío XII, ni Juan
XXIII, ni Pablo VI. No es de extrañar que el Papa viajero se encontrara tan
a gusto con la jerarquía católica española: ni él ni su nuncio en España
alzaron la voz cuando la Conferencia Episcopal, reunida casualmente el 23-F
de 1981, en lugar de condenar el intento de golpe de Estado del coronel
Tejero recomendó a los españoles el piadoso ejercicio del rezo.
Nada que sorprenda en un hombre que durante la ocupación nazi de Polonia se
dedicó a ejercer de actor, muy lejos de las filas de la resistencia o del
martirio de millones de judíos y que siempre ha gustado de los focos del
prestigio social y la compañía de los jerarcas. Al fin y al cabo, dirigió la
Iglesia como una monarquía absoluta en la que él mismo ocupaba el vértice
del poder.
Durante estos días hemos asistido a un espectáculo sin parangón. Todas las
televisiones del mundo, toda la prensa escrita -incluida la "seria"-, han
abrumando al personal con horas y horas de propaganda papal. Ya se alzan
voces exigiendo la santidad de Juan Pablo II. Sin embargo algo falla en este
montaje: las masas no llenan las calles, si exceptuamos la Plaza de San
Pedro en Roma. Las imágenes de las vigilias han sido más bien pobres, poco
nutridas, un tanto deslucidas. Y todo, a pesar de que ha existido un
auténtico frente único entre la derecha y la izquierda reformista de todo el
mundo azuzando esta campaña.
En nuestro país, la televisión pública ha sido la campeona absoluta en horas
dedicadas a glosar el acontecimiento. ¿De esta manera defienden el laicismo
y la aconfesionalidad del Estado los dirigentes socialistas? No exigimos
campañas a favor del ateismo militante desde la pantalla, pero esta
postración ante la Iglesia católica muestra la total incoherencia del
gobierno, muy interesado en reestablecer los puentes con la nunciatura
vaticana.
En cuanto al PP la gratitud está justificada: se ha muerto su Papa. Todos
los opusdeistas, todos los Legionarios de Cristo, toda la reacción
carpetovetónica, todo el atraso, toda la infamia de este país rinde homenaje
a un valedor de oro. "En una habitación de la Plaza de san Pedro está
sufriendo uno de los grandes hombres de la historia de la humanidad",
afirmaba Ángel Acebes el día antes de la muerte del Papa.
Nosotros, los trabajadores con conciencia de clase, que aspiramos al paraíso
en la tierra, que sufrimos la explotación y el escarnio de este sistema
inhumano, contemplamos la muerte del Papa con otro prisma muy diferente al
de nuestros explotadores. No podía ser de otra manera.
Autor : Juan Ignacio Ramos
Fecha : ( 05-Abril-2005 )
Viernes 8 de abril, 12 hs, Radio Abierta y Difusión de las Jornadas de Protesta
de la CTA, en R. Scalabrini Ortiz y Corrientes
A pesar de los reiterados discursos del presidente Kirchner en su crítica al
neoliberalismo y la necesidad de construir un país más justo, una y otra vez la
cruda realidad que padecemos nos ratifica que más allá de las “expresiones de
deseo” y gestos oficiales, siguen muriendo en nuestro rico país 55 niños por día
por causas perfectamente evitables. El desempleo y la pobreza generadores de la
extendida desnutrición que afecta principalmente a los niños, se han instalado
en forma estructural, y la distribución de la riqueza no solo es la más injusta
de la historia argentina sino también la más desigual de toda América. Solo un
dato: en el año 1974 la distribución de las riquezas producidas se repartían 50%
para los trabajadores y 50% para los empresarios aproximadamente; en la
actualidad el 20% de las riquezas que producimos es para los trabajadores y el
80% para los empresarios (en éstos siempre la porción mayor lo acumulan las
grandes concentraciones económicas y financieras
transnacionales).
A pesar de haber igualado el crecimiento de 1998, el poder adquisitivo de los
salarios está un 30% por debajo de aquel año. En un intento por mejorar las
cifras de la desocupación, pobreza e indigencia, el ministro Lavagna ha
incorporado a los beneficiarios del Plan Jefes y Jefas como trabajadores
ocupados. Esto ayuda a disminuir algunos puntos el porcentaje de la
desocupación.
Seguramente podríamos continuar detallando los problemas que lejos de superar
profundizan y comprometen más aún la salud y la educación, las jubilaciones, la
inflación y los tarifazos que se vienen, y la clara definición del gobierno
nacional en cuanto a no recuperar para el sector público las empresas
privatizadas. Por lo que nuestra agua, nuestro petróleo (Shell, Esso, YPF
Repsol, y otras), nuestro gas, y sistema energético lo pagamos muy caro a
empresas extranjeras que se llevan dichas ganancias al exterior.
Asimismo, continúan los intentos de ingerencias de EE.UU. en Latinoamérica con
las presiones por la implementación del ALCA, la militarización y exigencias
para aprobar las “leyes antiterroristas”.
En respuesta a todo lo señalado, las organizaciones de Villa Crespo, Almagro,
Palermo y Once abajo firmantes, desarrollaremos diversas iniciativas en las
Jornadas de Protesta convocadas por la CTA del 4 al 8 de abril próximo.
Sueldo mínimo de $ 1580
Seguro de Empleo y Formación para los Jefes de Hogares Desocupados de $ 723
Por la Libertad y Democracia Sindical
Recuperar el Patrimonio Nacional, petróleo, agua, luz, gas, ferrocarriles,
comunicaciones, bajo control del estado, los trabajadores y los usuarios.
Libertad y desprocesamiento a los luchadores.
No pago de la Deuda Externa, fraudulenta e inmoral, destinando esos fondos
para atender todas las necesidades de nuestro pueblo: trabajo, salud, educación,
vivienda y alimentación.
No al ALCA y retiro de las tropas de Haití.
Alentar iniciativas de protesta en todo el país en repudio a la visita del
genocida Bush.
Organizaciones:
ATE (Registro Automotor) - ATC (Asociación Taxistas Capital) - Centro Cultural
Fray Mocho - Foro Social Salud (Este) - Centro de Jubilados (Abasto-Once) - MTL
(Once) - Comisión de Asambleas Barriales por la Recuperación de las Empresas de
Servicios Públicos Priv. - Agrupación “Germán Abdala” (Bco. Ciudad) - Comisión
Asociados Bco. Credicoop - MPSL - Agrup. “Contra Cultura” Nacional 17 - Agrup.
“Zitarrosa” J. V. González - Centro Vecinal “Teresa Israel”
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[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
CARTA O BERRO
A Editora Hemisfério Sul Ltda. e a FURB - Universidade Regional de
Blumenau vêm à sua presença convidá-lo e à sua exma. família, para o lançamento
do livro "Cruzeiros do Sul", de autoria de Urda Alice Klueger. (Trata-se da 2ª
edição do livro, revisada e com novo tratamento gráfico.)
O evento acontecerá no saguão do Bloco A da FURB - Universidade Regional
de Blumenau, situada à Rua Antônio da Veiga nº 140 - Blumenau - SC, às 20:00
horas do dia 05 de Abril de 2005, terça-feira.
Contamos com a sua presença!
[Se eliminaron del mensaje las partes que no eran texto]
Día Internacional de la Salud
Marcha en Defensa de la Salud Pública y Gratuita
Jueves 7 de Abril, 11 horas Plaza Congreso
“Salud, Derecho de Todos y Deber del Estado”
El Foro Social Salud y Medio Ambiente convoca a todas las organizaciones que
coinciden en la defensa del sistema público de salud a concentrarse en Plaza
Congreso y marchar al Ministerio de Salud de la Nación, en dónde se realizará un
acto con ATE, y luego marchar por Av. De Mayo hacia Plaza de Mayo y entregar un
documento al Presidente Kirchner.
¡NO a las privatizaciones, SI a la Salud Pública!
OTRA SALUD ES POSIBLE Y NECESARIA EN LA ARGENTINA
Foro Social Salud y Medio Ambiente
Coordinación Nacional:
Jorge Yabkowski: 15-5121-5179
Carlos A. Tcholakian: 15-4164-8670
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