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Daños en la Aeronave Embraer Legacy 600   Lista de mensajes  
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Fotos de los daños de la Aeronave Embraer Legacy 600 que presuntamente colisionó con el 737 de Gol

 
Estas son las fotos del Embraer Legacy 600 que presuntamente colisionó con la aeronave 737 de Gol.
 
Foto del plano izquierdo de la aeronave Embrear, averiado por la colisión con el 737 de GOL
 
Foto del plano derecho de la aeronave Embrear en su condición normal
 
Divulgação / FAB
Se dice que el Embrear sufrió daños en el plano izquierdo y en la cola de la aeronave (ASI)

Ministério da defesa divulga foto do Legacy que bateu no avião da Gol

O Ministério da Defesa divulgou neste domingo as primeiras fotos do avião modelo Legacy, da Embraer, que se envolveu no acidente que terminou com a queda do Boeing 737-800 da Gol que caiu na sexta-feira no norte do Mato Grosso.
O avião apresenta avaria na cauda, que teria sido partida no choque com o avião da Gol. No entanto, aparentemente não está com problemas.
A caixa-preta começará a ser analisada ainda neste domingo pela comissão de investigação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A informação é do presidente da Anac, Milton Zuanazzi. A tripulação e a caixa-preta do avião chegam neste domingo a São José dos Campos (SP).  
“A caixa-preta tem todas as informações, a posição do avião, o contato do piloto desde a torre, as autorizações devidas. Nela estão gravadas todas as informações daquele vôo que estava em operação”, disse Zuanazzi. “São absolutamente importantes no processo investigatório”, acrescentou.
Ele confirmou que o equipamento que sinaliza a presença de outra aeronave em rota de colisão, o chamado TCAS, do Legacy, estava funcionando. “O aparelho estava ligado. No Legacy foi testado antes de sair, foi testado na chegada (na Base Aérea) do Cachimbo e estava funcionando. Segundo informação dos pilotos, estava ligado e funcionando”, disse.
O Boeing 737-800 da Gol caiu na última sexta-feira na região do Parque do Xingu, em Mato Grosso, com 155 pessoas a bordo. Zuanazzi disse que as causas do acidente só poderão ser conhecidas depois de todos os destroços serem localizados. “Como a mata é muito fechada, só quando localizar todos os destroços que se poderá medir o tamanho da área que esses destroços se expandiram. Não sei responder se o acidente foi de bico ou (se o avião) planou”, disse.

Sistema anticolisão do Legacy estava funcionando, diz Anac; famílias querem audiência com ministro
Publicada em 01/10/2006 às 14h50m
Martha Beck - O Globo
BRASÍLIA - O presidente da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Milton Zuanazzi, disse neste domingo que o sistema anticolisão do Legacy, que está envolvido no acidente que resultou na queda do Boeing 737-800 da Gol na sexta-feira, estava funcionando. Segundo ele, o aparelho foi testado antes de o jato decolar - ele saiu da fábrica em São José dos Campos na própria sexta-feira - e também em sua chegada na Base Aérea de Cachimbo, no Mato Grosso, onde a aeronave fez o pouso forçado após avarias decorrentes de um provável choque com o avião da Gol.
A Força Aérea Brasileira divulgou foto do Legacy, na qual se vê uma parte da asa esquerda quebrada.
No entanto, Zuannazzi não soube dizer se o mesmo equipamento estava funcionando no Boeing da Gol. Só será possível esclarecer se houve ou não falhas no sistema quando a caixa-preta for encontrada e analisada.
Parentes das vítimas, enquanto isso, estão exigindo uma audiência com Ministro da Defesa.
Os tripulantes do Legacy, depois de prestarem depoimento em Cuiabá, seguiram para São José dos Campos onde já estão ouvidos pelo Comando Geral de Tecnologia Aeroespacial (CGTA).
O Boeing, com 149 passageiros e 6 tripulantes, desapareceu próximo à Serra do Cachimbo, na divisa entre os estados do Pará e Mato Grosso. O vôo 1907 da Gol seguia de Manaus para Brasília, onde faria escala antes de continuar viagem até o Rio de Janeiro
A operação de resgate foi reiniciada às 5h30m, mas nenhum corpo ainda foi retirado local devido ao difícil acesso à região.
Respondendo a uma pergunta sobre se é possível que o acidente tenha ocorrido no momento em que os pilotos perderam contato com as torres - ou seja, numa eventual zona cinza para os radares que monitoram o tráfego aéreo - Zuannazzi afirmou que, mesmo que em algum momento os aviões tenham perdido contato com as torres de controle, os equipamentos anticolisão deveriam ter evitado o choque.
- Se os aviões têm equipamentos (anticolisão), mesmo que no espaço aéreo você tenha falta de contato com as torres de controle eles têm que funcionar. Aliás, esses equipamentos existem para isso, para áreas do espaço (aéreo) não cobertas - afirmou Zuannazzi, dando a entender que a aérea e         m que ocorreu a colisão pode ter alguns pontos de buraco-negro nos radares das autoridades de controle do tráfego aéreo.
No sábado, o presidente da Infraero, brigadeiro José Carlos Pereira, afirmou categoricamente que todo o espaço aéreo brasileiro é coberto pelos radares das autoridades competentes.
AMERICANOS NO COMANDO DO LEGACY
O jato Legacy 600, de bandeira americana, estava sob o comando de dois pilotos dos EUA, que foram neste domingo para São José dos Campos onde vão prestar novos esclarecimentos e ajudar as investigações da Embraer, fabricante da aeronave.
Além deles, estavam no Legacy dois executivos da empresa que comprou o avião, um jornalista americano _ que estava fazendo uma reportagem sobre a Embraer _ e dois funcionários da fabricante brasileira. O grupo prestou depoimento à Polícia Civil do Mato Grosso durante a madrugada, em Cuiabá.
Segundo Milton Zuannazzi, o grupo afirmou ter visto, instantes antes do acidente, apenas uma sombra, seguida de um barulho. Imediatamente depois, o Legacy, segundo os passageiros e tripulantes, teve que pousar. O presidente da Anac afirmou ainda que os depoimentos reforçam a tese de que houve mesmo uma colisão entre o Legacy e o Boeing.
- Eles (os tripulantes e passageiros do legacy) dizem que não viram nada. Mas isso é absolutamente normal. Pois, imagine dois aviões a 800 km/h. Eles se encontram a 1.600 km/h. Nestas condições, você só vê mesmo uma sombra e um barulho. Não vê mais nada mesmo _ afirmou Zuannazzi.
Zuannazzi disse que a abertura das caixas-pretas deve mostrar, por exemplo, a posição em que os aviões estavam, o contato com a torre e as autorizações dadas aos comandantes pela supervisão do espaço aéreo.
 
 


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jjiglesias
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Juan Jose Iglesias
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